<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342</id><updated>2012-02-08T20:06:12.717-02:00</updated><category term='Betinho e Zezete'/><category term='Márcia Maria'/><category term='Papador'/><category term='Vendendo Amor'/><category term='Sonofilia'/><category term='Lesbos'/><category term='Delírios Juvenis'/><category term='Teatro Palmares'/><category term='Adultério'/><category term='Titi e Ana'/><category term='As Fantásticas Aventuras de Malu'/><title type='text'>Contos Íntimos</title><subtitle type='html'>Lendas eróticas de uma mente pervertida.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-5473861610384533494</id><published>2009-03-22T01:23:00.002-03:00</published><updated>2009-03-22T01:24:11.951-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Vigésimo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Cidade Nova, Paixões Idem")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roberto e a família se mudaram de cidade no primeiro mês do ano. Dentro do avião, sentados um ao lado do outro, os integrantes da família relembravam, internamente, os momentos doces que tinham vivido na antiga morada. O pai, Edgar, ginecologista, pensava nas vaginas de cada jovem que consultava - principalmente na da menina Mariana, musa principal de seus delírios pós-consulta. A mãe, Carolina, tinha belas recordações da jovem Patrícia, o grande amor de sua vida, e do "relâmpago" Ferdinando, com quem ficou uma só vez - foi o único homem com quem ela teve um orgasmo. Já Roberto... Bem, esse teria muitas histórias a contar a seus descendentes sobre a fogosa Elizete, a primeira de muitas mulheres de sua vida.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roberto fazia questão de filmar, com sua câmera de celular, cada momento dentro do avião. Inclusive e sorrateiramente, o decote de uma passageira que estava sentada no outro lado do corredor e as bundas das comissárias de bordo. Mas nenhuma delas despertava em Roberto o desejo que Elizete lhe impunha. Nem lhe fazia sonhar com uma noite de luxúria, como o fazia a inalcançável Marcela, filha de Elizete.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegada ao destino, a família começou a planejar o futuro. Eles se mudaram para um prédio ainda novo e, portanto, ainda não havia muitos vizinhos. Nem Roberto se interessou, ainda não tinha nenhuma vizinha "comível" como havia na cidade antiga. Mas a esperança era o novo colégio, onde ele cursaria o último ano do Ensino Médio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No primeiro dia de aula, uma decepção: nenhuma das colegas de turma lhe despertava o interesse, nem professora alguma lhe dava tesão. O detalhe é que havia muitas belas garotas no colégio. Nenhuma delas, porém, chamou-lhe a atenção. Os dias passavam e a falta de interesse pelo sexo persistia, apesar de Roberto ter mergulhado de cabeça nos estudos, por ser este o último ano antes da faculdade. Ele ainda não decidiu que carreira seguir.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ainda nos primeiros dias de aula, enquanto Roberto se acostumava com a nova vida e se enturmava com os novos colegas de turma, reparava que um colega ficava isolado dos demais. Diziam que ele era um "aluno em condições especiais", e ninguém queria se aproximar dele. Do rapaz, só se sabia o nome - Alípio Fernandes Barbosa Júnior - e que ele tinha 20 anos, sendo o mais velho da sua sala. No mais, Roberto também não demonstrou muito interesse - só queria saber dos seus estudos e de fazer um teste vocacional.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dia, saindo do colégio para voltar pra casa, parado no ponto de ônibus, Roberto notou de relance Alípio entrando no carro da família, ajudado a entrar no carro por alguém. Foi aí que Roberto viu algo que, enfim, despertou-lhe a libido: a pessoa que ajudava o colega a entrar no carro. Era uma mulher. E que mulher! Era pequenininha (cerca de 1,60 metro), tinha lá seus cerca de quarenta e cinco anos, mas estava com tudo em cima. Cabelos pretos, corpo bronzeado, coxas grossas, peitos fartos e uma bela bunda emolduravam aquele pequeno pedaço de perfeição. Quaisquer dúvidas que havia foram logo solucionadas quando Alípio a chamou de mãe...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pronto! O furacão sexual que estava adormecido em Roberto novamente havia despertado. Tinha que conquistar aquela mulher de qualquer jeito. A aliança dourada no dedo anular da mão esquerda dela era apenas um detalhe irrelevante. Roberto tinha a certeza de que atingiria seu mais novo alvo, o primeiro desde que se mudou para a nova casa. E sabia o que deveria fazer para conseguir isso: aproximar-se de Alípio, o colega rejeitado pelos demais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-5473861610384533494?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/5473861610384533494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=5473861610384533494' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/5473861610384533494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/5473861610384533494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2009/03/vigesimo.html' title='Vigésimo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-3433124228115885544</id><published>2009-02-15T03:38:00.003-03:00</published><updated>2009-02-15T03:52:01.914-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Márcia Maria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vendendo Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><title type='text'>Décimo-Nono</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Márcia Maria")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Márcia Maria Corrêa Amorim sempre gostou de um pau bem duro. Quando vê um pênis ereto, de alguém bem novinho, logo ela tem vontade de levá-lo à boca. Quando o consegue, fecha os olhinhos e chupa com força, como se fosse um picolé, até engolir a última gota de sêmen do rapaz da vez. Memória da época em que era prostituta, embora o marido e pai de um de seus dois filhos sequer desconfie disso.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Márcia Maria perdeu a virgindade aos 11 anos, no ano de 1973. O rapaz tinha 24 anos e era o noivo da sua irmã mais velha, de 20, na véspera de seu casamento. Ele queria sexo forçado, mas ela consentiu, pois tinha uma paixão platônica pelo futuro cunhado. Enquanto o ato era consumado, ela fechou os olhos lacrimejantes e agradeceu, sorrindo, o atendimento de suas preces. Foi a única vez em que os cunhados tiveram um contato mais íntimo. A irmã de Márcia Maria, até hoje, não sabe da traição - a não ser que esteja lendo estas linhas. Neste ano, Valentina Maria Corrêa Borges e Ednardo de Sousa Borges farão 36 anos de casamento. O filho mais velho, José Clemente, 32 anos, é médico. A filha do meio, 26, Maria Rosa, é fisioterapeuta. A mais nova, Maria Ludmila, 21, vai se formar em Nutrição neste ano.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um ano depois de perder a virgindade, Márcia Maria percebeu que poderia ganhar dinheiro facilmente. Chamava os jovens vizinhos para um canto e cobrava dois ou três cruzeiros pra levantar a saia e mostrar a bocetinha pra eles. Caso ele quisesse mais, cobrava um pouco mais pra mostrar os peitinhos ainda crescentes. E cobrava ainda mais pra que ele usufruísse de tudo aquilo. Foi a primeira garota de muitos meninos na época.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O tempo passou. Era o ano de 1980. Márcia Maria contava então dezoito anos (e dois abortos) e foi fazer faculdade numa cidade distante. Os custos eram altos, tanto no material quanto na manutenção da hospedagem. Resultado: ela decidiu continuar sua saga também na faculdade. Não importava se era aluno ou professor ou diretor: ela sempre estava à disposição. Assim, nessa labuta, ela conseguiu se formar em Arquivologia, quatro anos depois. Prestou concurso para o Arquivo Estadual e passou em terceiro lugar. Começou a trabalhar no ano seguinte.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Naquele ano de 1985, Márcia Maria conheceu aquele que seria o grande amor de sua vida. Ficou tão apaixonada ao conhecer Gualberto Amorim, cinco anos mais velho e colega no Arquivo Estadual, que nem ficou com vontade de fazer sexo com ele. Se bem que ela, aos 23 anos, preferia meninos pré-adolescentes, que não oferecessem risco algum naquela época tão conturbada, na sua concepção. Ganhava bem e nem precisava cobrar, ela fazia sexo por prazer. Ela gostava de sexo oral e anal. Se o menino xingasse e desse uns tapinhas, melhor ainda.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mesmo com um comportamento tão liberal (ainda que oculto), Márcia Maria era tímida em relação a Gualberto. Demorou algum tempo para que ela se aproximasse um pouco mais, entre um cineminha e um chopinho. Em novembro de 1986, eles finalmente engrenaram um namoro. No Carnaval de 1987, eles tiveram sua primeira transa. Para surpresa dela, Gualberto era virgem, com quase 30 anos de idade! Mais um deflorado pra coleção - ou melhor, era o mais importante de todos eles.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em março de 1989, eles se casaram. Na véspera do casamento, Márcia Maria lamentava o fato de Gualberto ser filho único, enquanto visitava a igreja - que estava vazia - em que a cerimônia seria realizada. Ela tinha então 27 anos. De repente, viu o padre sair do confessionário. Poucos segundos depois, viu um coroinha passar por ali. Ela chamou o garoto (que deveria ter uns 13 ou 14 anos) e o levou para dentro do confessionário. Tirou as roupas, mostrando seu belo corpo, e mandou o menino tirar as dele também. Daí pra frente, deu-se o puro pecado em território cristão: ela arfava baixinho, mandando fodê-la e xingá-la de piranha para baixo, e ele apenas obedecia. Era a mesma posição de quando ela própria perdeu a pureza com seu cunhado: de quatro, recebendo seguidas penetrações na vagina. Diferentemente de Ednardo, primeiro amor de Márcia Maria, o coroinha foi até o fim. Ato consumado, enquanto eles se vestiam, ela perguntou qual era o nome dele. Era Francisco.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O casamento se realizou e o primeiro filho nasceu exatos nove meses depois, numa tarde de dezembro. Gualberto fez questão que ele levasse seu nome - daí, Gualberto Amorim Filho foi assim batizado. Na verdade, Márcia Maria queria que seu primogênito levasse o nome do pai - o verdadeiro, não Gualberto. Toda vez que olhava o rosto do filho, lembrava do jovem coroinha que a comera na véspera do seu casamento. E lembra dele até hoje, mais de dezenove anos depois de seu nascimento. Mesmo sem se parecer com nenhum dos dois, Gualbertinho é um dos orgulhos da casa. Gualbertão pensa que ele se parece mais com um parente distante de Márcia Maria.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quase três anos depois, em novembro de 1992, seu segundo filho estava para nascer. Márcia Maria pediu e Gualberto deixou que ela batizasse seu novo filho. Aí, sim, &lt;a href="http://contosintimos.blogspot.com/2007/02/primeiro.html"&gt;Francisco&lt;/a&gt; Corrêa Amorim veio ao mundo. Do pai - aí, sim, verdadeiro - Chiquinho herdou um tanto da ingenuidade que marcava Gualberto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois que se casou, Márcia Maria Corrêa Amorim sossegou um pouco o facho - mas só um pouco. Toda vez que o marido dava mole, ela ia à luta. Sem cobrar nada, só por prazer. Mesmo arriscando-se a ser presa por corrupção de menores. Seu filho caçula está no segundo ano do Ensino Médio, e ela adorou o início das aulas. Assim, poderá reviver grandes momentos do ano passado, quando teve a oportunidade de levar, de carro, dois colegas de turma (ambos de 15 anos) do seu filho caçula de volta para casa, depois de trabalhos de grupo. Parou o carro num lugar deserto e tirou a roupa. Ficou de quatro no banco traseiro, sendo comida por um enquanto chupava o pau do outro. Deixou um gozar e mamou o sêmen do outro até o fim. Depois, o que metia deu-lhe uns bons tapas na bunda, enquanto o outro dava-lhe cuspes e tapas na cara, enquanto puxava-lhe o cabelo. Só aí, ela teve seu orgasmo. Ela sempre gostou de se sentir violentada sexualmente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Márcia Maria sabia que o que fazia não era correto. Mas e daí? Era da sua natureza.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-3433124228115885544?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/3433124228115885544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=3433124228115885544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/3433124228115885544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/3433124228115885544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2009/02/decimo-nono.html' title='Décimo-Nono'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-2776852920812457675</id><published>2008-12-31T21:12:00.001-02:00</published><updated>2008-12-31T21:12:11.880-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lesbos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Oitavo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Ferdinando e Carol")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como sabem, Carolina Bezerra Palmares, 40 anos, casada há 19, mãe de Roberto (jovem de 16 anos), começou há mais de um ano um &lt;a href="http://contosintimos.blogspot.com/2007/05/sexto.html"&gt;caso&lt;/a&gt; tórrido e sincero de amor com a menina Patrícia, da mesma idade de seu filho (colega de turma dele, aliás). Ocasionalmente, elas se encontravam em locais diversos para se esconder e fazer amor. Quando os pais de Pat viajavam e a deixavam sozinha em casa para estudar, ela recebia Carol em seu ninho de amor, um quarto de paredes cor-de-rosa. A jovem morava num prédio alto e, sentindo-se seguras, elas faziam amor com as janelas abertas...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ferdinando tinha a mesma idade de Pat e do filho de Carol, embora fosse alguns meses mais jovem que ambos, colegas de turma no 2º ano do Ensino Médio. Era inteligente, meio &lt;em&gt;nerd&lt;/em&gt;, mas feio pra danar. Pior, era ruim de lábia. Resultado: era virgem de tudo, até de beijo. E ele não se conformava com isso, embora não deixasse transparecer. Ele morava no mesmo bairro de Patrícia, algumas ruas distante, e havia ido à casa dela algumas vezes. Às vezes, sorrateiramente, ele ia ao terraço do seu prédio para ver a colega trocando de roupa no quarto dela. Ferdinando desconfiava que a colega gostava de meninas, mas nunca perguntou nada. Achava a mãe de Roberto gostosa - Carolina era a sua grande musa de banheiro, e o grande troféu de Ferdinando era uma calcinha preta que ele furtou do banheiro da casa de Carol. Por vezes, Ferdinando se masturbava usando essa calcinha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Certa vez, olhando da janela de seu apartamento, Ferdinando viu sua musa Carolina entrando no prédio em que Patrícia morava. Ele estranhou e subiu ao terraço de seu prédio. Mais uma vez, a janela do quarto de Patrícia estava aberta. Então, Ferdinando presenciou o que jamais imaginaria ver até aquele dia: a sua colega de turma e a mãe gostosa de outro colega tirando as roupas, se beijando e se abraçando, nuas, na cama. Carol fez o que mais gostava de fazer quando estava com Pat: mamou os fartos seios da jovem, enquanto esta lhe acariciava os cabelos. Em seguida, Pat fez o que mais gostava de fazer quando estava com Carol: deu-lhe várias tapas no bumbum, enquanto ela estava de quatro. Do alto do seu prédio, Fernandinho delirava. Havia gozado alguns minutos atrás, mas mesmo assim continuou assistindo à pegação entre as duas. Quando terminaram, elas se beijaram apaixonadamente e, logo depois, se vestiram.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Naquela noite, Fernandinho mal dormiu, sonhando acordado com aquele instante. Porém, o melhor (para ele) estava por vir. Na tarde do dia seguinte, viu da sua janela, novamente, Carolina adentrar o prédio de Patrícia. De repente, teve um estalo: pegou uma câmera digital e correu ao alto do seu prédio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lá em cima, ligou a câmera e começou a registrar uma cena ao mesmo tempo excitante e assustadora: Carolina estava nua, de quatro na cama, com a calcinha amordaçando-lhe a boca e o sutiã no pescoço, como se fosse uma coleira. De pé, Patrícia usava um conjunto preto de corpete, par de meias e cinta-liga, sem calcinha. A jovem subiu na cama, ficando atrás de Carolina, e começou a apertar a "coleira" no pescoço. Quanto mais Pat apertava, mais Carol parecia ficar excitada com a falta de ar. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois, Pat pegou, embaixo de duas almofadas vermelhas em formato de coração, o que pareciam ser dois longos e grossos cilindros de metal, de formato fálico. Enfiou o primeiro na vagina de Carol, que parecia urrar de dor. Não satisfeita, Pat enfiou o segundo no ânus da namorada, empurrando com os pés, que calçavam botas de couro. Nunca Carolina parecia sentir tanta dor e prazer sexual ao mesmo tempo. Parecendo desmaiar, Carol encostou o peito na cama, empinando a bunda. Pat tirou os cilindros: o anal, sujo de sangue, ela botou na janela; o vaginal, ela botou na boca e passou nela com os olhinhos fechados, como se fizesse sexo oral. Na verdade, Patrícia estava sentindo o sabor de Carol - o cilindro estava molhado. Depois, usou o cilindro para dar violentas palmadas no bumbum de Carol, que se excitava - quando com Pat, Carolina gostava de sentir dor ao fazer amor. Do terraço do seu prédio, ao registrar as cenas, Ferdinando ouvia os gritos de Carol, mesmo amordaçada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao terminar a sessão, com Carol ainda de bruços, Pat puxou a coleira improvisada. Ao levantar a cabeça de Carolina, Patrícia deu-lhe um violento tapa no rosto de modo a deitá-la de costas na cama. Patrícia ajoelhou-se sobre a cabeça de Carol, desamordaçou-a e urinou em seu rosto. Enquanto isso, Carol apalpava as nádegas da amante. Era o final de uma tarde perfeita... para elas e para ele, que gravou tudo.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;#####&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Certo dia, pouco antes do Natal, Carolina recebeu no escritório em que trabalhava um pequeno pacote redondo. No destinatário, havia o nome dela e o recado: "Veja sozinha". Dentro, havia um DVD. Curiosa, trancou a porta e colocou o disco no computador. Eram as imagens daquela tarde de desejo. Foram filmadas meio de longe, é verdade, mas dava para reconhecer as duas na tela. Enquanto via as imagens, Carol sorria e murmurava o quanto ela amava Patrícia. Lágrimas corriam pelo seu rosto - afinal, ela se mudaria com a família para outro estado dentro de menos de um mês e não sabia quando teria aqueles momentos com a jovem novamente. Não sabia sequer &lt;em&gt;se &lt;/em&gt;reviveria tais momentos. Carolina tinha a consciência de que Patrícia era a mulher da sua vida, mesmo sendo tão jovem. Só não tinha fugido com ela porque era ainda menor de idade. Não fosse pelo filho, colega de escola da jovem, certamente Carol jamais a teria conhecido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Olhou para a embalagem e viu que havia um bilhete, onde estava escrito: "Eu sei que vocês vão viajar para onde vão se mudar, entre o Natal e o Ano Novo. Você não vai. Inventa uma desculpa, fala que tá doente, mas não vai. Fiz dez cópias desse vídeo, que estão em lugar seguro, e vou colocar na Internet se você não me obedecer. Você não vai querer que todo mundo saiba que você tem um caso com uma menor de idade, vai? Você me conhece, eu te conheço, eu sei onde você mora. Me espere no dia 27, às 15 horas". Sem assinatura, o bilhete se tornou motivo de pânico para Carolina, que não teve outra alternativa senão obedecer.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia 27, um sábado, pontualmente às três da tarde, a campainha do apartamento dos Palmares tocou. Carolina, que estava sozinha, atendeu. Para sua surpresa, era Ferdinando, o amigo &lt;em&gt;nerd &lt;/em&gt;e feioso de Roberto, com uma das cópias do DVD. Carolina, ainda sem acreditar no que via, perguntou como Ferdinando conseguira aquelas imagens. Ele explicou tudo, nos mínimos detalhes. Ela pegou um talão de cheques e lhe perguntou quanto ele queria para que não a denunciasse. Ferdinando, prontamente, respondeu:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Nada. Só quero te comer.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Descrente, Carol perguntou de novo. Ferdinando não respondeu, apenas deu-lhe um beijo de língua na boca da mãe do colega. Era o primeiro beijo do rapaz, uma sensação inesquecível. Carolina reagiu, empurrando-o e dizendo que jamais daria para um cara feio como ele. Prontamente, Ferdinando deu-lhe um tapa tão forte que a fez desmaiar...&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;#####&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando acordou, alguns minutos depois, Carol estava em cima de sua cama, nua, de joelhos, com a cabeça encostada no colchão, com a calcinha lhe amordaçando e as mãos nas costas, amarradas pelo sutiã. Atrás, Ferdinando brincava com os dedos, acariciando-lhe a vagina e a região anal.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim que ela acordou, Ferdinando disse que havia acabado de fazer as preliminares. Logo, era chegada a hora da ação. Ele enfiou o pau com vigor na vagina, permanecendo assim por alguns minutos. Depois, foi a vez de fazer sexo anal. Em seguida, ele a virou e voltou a fazer sexo da forma mais comum, vendo os peitões dela balançarem. Enquanto prosseguia naquele louco vaivém, Ferdinando xingava Carolina usando os mais baixos e cabeludos palavrões possíveis, entre uma cusparada e outra no rosto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;De repente, com a dor que ela sentia, Carol começou a sentir algo que nunca tinha sentido antes. Com o único homem com quem tinha feito sexo - o próprio marido -, Carolina nunca tinha sentido qualquer orgasmo, apenas com mulheres. De repente, sentiu a mesma sensação de quando teve seu primeiro ápice sexual, aos 12 anos, ao seviciar sua primeira namorada, Lavínia. Ou quando, usando um pênis de borracha de 20 centímetros, estuprou a babá de 13 anos de seu filho Roberto, que ainda era bebê na época. O sangue impresso no pênis de borracha a excita até hoje. Isso sem falar nas tardes de sexo com Patrícia. Mas voltemos ao instante de Ferdinando. Aquela sensação de dor no prazer fez os bicos dos seios de Carol se enrijecerem. Assim que Ferdinando ejaculou, Carol gozou junto. Era a primeira vez que ela sentia orgasmo com um homem. Mas Ferdinando, que não conhecia os instintos femininos, não gostou...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Puta merda! Tu molhou meu pau todo, sua vaca! Vai se foder, sua piranha!!! Só de sacanagem, vou botar essa porra toda na Internet!!!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E deu-lhe um soco no rosto, que a fez desmaiar. Carolina só acordou duas horas depois, ainda nua, amordaçada e amarrada. O telefone tocava. A algum custo, Carol conseguiu tirar uma das mãos das amarras. Tirou a calcinha que a amordaçava e foi ao telefone. Atendeu. Era Patrícia, chorando. Ligou para avisar que Ferdinando tinha morrido atropelado, em frente ao prédio em que ele morava. Penalizada, Carolina disse que avisaria a Roberto sobre o ocorrido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O velório foi no dia seguinte. Estavam todos os colegas de escola por lá, e alguns de seus parentes. Entre eles, estava Carolina, para homenagear o único homem que havia lhe causado um orgasmo. Feioso, esquisito e violento, mas o único. O marido e o filho dela voltaram às pressas da viagem para o enterro. Mas Carol não estava lá. Nem Patrícia. Enquanto o cortejo fúnebre ia pelo cemitério, elas se consolavam num confessionário vazio.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-2776852920812457675?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/2776852920812457675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=2776852920812457675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2776852920812457675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2776852920812457675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2008/12/dcimo-oitavo.html' title='Décimo-Oitavo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-2246824783876060247</id><published>2008-12-06T21:08:00.000-02:00</published><updated>2008-12-06T21:08:41.362-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Sétimo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Mariana")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há cerca de uma semana, a menina Mariana, doze anos, parece caminhar nas nuvens. Percebeu, pela primeira vez na vida, que alguém gosta dela. Nessa fase de descobertas típicas da pré-adolescência, não poderia haver sensação melhor para uma menina do que ser amada inesperadamente. Mas ainda não contou a ninguém, mesmo porque não quer que ninguém saiba quem é seu admirador.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Numa noite de sábado, 29 de novembro, sua irmã Marcela finalmente chegava à maioridade. Seus 18 anos, evidentemente, foram comemorados com uma festa. Seus melhores amigos foram convidados, como colegas de faculdade; vizinhos como o jovem Roberto, amante da mãe dela e então paixão platônica de Mariana e... Ricardo, 17 anos, namorado de Marcela há cinco. Namorado, por enquanto: seu presente para a aniversariante era uma grande surpresa, que poderia mudar a vida do casal para sempre.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lá pelas tantas, o presente foi dado: era um anel de noivado! Ricardo estava pedindo Marcela em casamento!!! Evidentemente, foi o momento de maior felicidade que Marcela poderia ter naquele instante. Talvez o maior da vida! Claro que ela aceitou... Um pedido de casamento no dia do seu 18º aniversário é tudo com que uma mulher sonha. Um pedido desses de alguém que ela sempre amou na vida, desde que o conheceu, então, é o paraíso. Os convidados exultaram, a família ficou feliz, foi um dia inesquecível.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguns minutos depois, Ricardo foi ao banheiro. Não sabia se, ao casar, iria deixar de lado os encontros amorosos com as pré-adolescentes que costuma desvirginar. Ao mesmo tempo, notou que um certo alguém despertava seu interesse. Quando ele conheceu esse alguém, ela tinha apenas sete anos de idade. Ela cresceu e começou a atingir a puberdade, no que foi amplamente acompanhada por Ricardo. De repente, viu-a passando pelo corredor, e a chamou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Mariana, vem cá. Entra aqui, um instantinho...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mariana entrou no banheiro e Ricardo fechou a porta. Ele lhe perguntou, já que Marcela insiste em manter a virgindade até o casamento, como era ela... nua. Mariana estranhou a pergunta, mas disse que a irmã era bem bonita, e que valeria a pena esperar. Ricardo respondeu lamentando que não pudesse ao menos tocá-la. Pura chorumela, já que os interesses do noivo da irmã eram bem outros...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não se sabe se por ingenuidade ou comoção, Mariana foi caindo na conversa do cunhado. Ricardo, extasiado com os seios pubescentes da menina, pediu licença para tocá-los. Meio vermelha - e encantada, pois era a primeira vez que alguém demonstrava interesse nela; seu amor platônico, o vizinho Roberto, nunca lhe deu bola -, Mariana autorizou. Rapidamente, Ricardo levantou a blusa de Mariana com a mão esquerda e tocou os seios da cunhada com a direita, a da aliança recém-colocada. Depois abaixou a calça e, em seguida, a calcinha da menina. Ao vê-la toda envergonhadinha, Ricardo sussurrou:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Você é linda...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E a beijou. Naquele momento, o do primeiro beijo, Mariana foi às nuvens. Não queria que este momento não terminasse nunca, nunca mais - mesmo que às custas da irmã mais velha. Ela se entregou de vez aos caprichos do cunhado, o primeiro a ceder a seus encantos. Os dois se abraçaram e se beijaram fortemente. Só não foi adiante porque os dois ouviram a voz de Marcela a chamá-lo pelo corredor, procurando-o. Roberto interrompeu, viu Mariana encostada na parede do banheiro, suada, com a blusa levantada, a calcinha arriada e os seios e a vagina à mostra. Acariciou novamente o rosto e os seios da cunhada, prometendo continuar outro dia. Os dois se beijaram docemente e ela se vestiu.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela se escondeu de vez no banheiro, enquanto ele saía para atender a noiva. Fechou a porta, trancou a chave e pensou nesse momento inesquecível. Abaixou as calças e sentou-se no vaso. Ficou assim uns cinco minutos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando a festa terminou, Mariana continuava pensando no assédio do cunhado. A vida da irmã, seis anos mais velha, ficou em segundo plano. Poderia ficar revoltada com a situação, mas ficou feliz - afinal, era a primeira vez que alguém a elogiava... E olha que esse alguém acabara de se tornar noivo da mais linda pessoa que conhecia, sua irmã. Comprovou isso quando a viu entrar no banheiro para tomar banho. Enquanto entrava, Marcela tirou o sutiã, de costas para Mariana, que estava do lado de fora. Para a caçula, era uma bela visão a da irmã mais velha, de costas, somente de calcinha: os cabelos pretos e encaracolados, as costas nuas e as nádegas fartas são uma festa para os olhos de qualquer um. E é ela, Mariana, que atrai a atenção do noivo daquela criatura, e que pode perder a virgindade antes dela! Ao concluir isso, Mariana sorriu e foi para o seu quarto dormir.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-2246824783876060247?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/2246824783876060247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=2246824783876060247' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2246824783876060247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2246824783876060247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2008/12/dcimo-stimo.html' title='Décimo-Sétimo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-4187623788355094039</id><published>2008-11-17T19:56:00.002-02:00</published><updated>2008-11-17T19:57:05.048-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Sexto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(ou "Nove Meses de Atraso. Ou Três de Antecedência?")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É o aniversário do professor Marcelo Almeida, estimado marido de Elizete e bom pai das jovens Marcela e Mariana. Por ser um professor querido por seus alunos, logo houve comemorações nas salas em que deu aula neste dia. As alunas suspiravam pelo simpático mestre, algumas delas não raro sonhando mais alto. Uma delas, Gláucia, quinze anos, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, encontrou-se com ele no elevador do colégio. Os dois estavam sozinhos, e o elevador não tinha câmera. Gláucia era bonitinha, dona de um rosto suave, tinha um jeito meigo mas também fama de desinibida. Na matéria de Marcelo, tirava notas boas, mas queria algo mais.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Raramente o elevador era utilizado na escola. Mas, naquele instante, Marcelo o pegou, pois tinha um pouco de pressa. Gláucia viu e rapidamente o acompanhou. Os dois, sozinhos, ali dentro... Isso tudo era um prato cheio para a jovem. Ela apertou o botão que paralisava o elevador, no meio do caminho. Diante de um espantado Marcelo, cantou um sensual &lt;em&gt;Happy Birthday to You &lt;/em&gt;e levantou a blusa do uniforme. Em seguida, levantou o sutiã, mostrando os fartos seios. Gláucia pegou as mãos do professor e levou-as às próprias mamas, apertando-as. Marcelo estava espantado e, ao mesmo tempo, extasiado. Afinal, não pegava em peitos tão lindos desde... Bem, ele &lt;em&gt;nunca &lt;/em&gt;tinha feito isso na vida. Com a esposa - a única mulher de sua existência - ele era tão respeitador que nunca se permitiu fazer isso. Nem precisa dizer que, com o ineditismo da situação, o pau endureceu e... Gláucia se decepcionou com o tamanho da reação. Proferiu um esnobe "Só isso?!", tirou as mãos deles dos seus peitos, se vestiu, apertou novamente o botão e ficou de cara emburrada até o final da viagem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto isso, em sua casa, sua amada esposa Elizete, mais uma vez, recebe o jovem vizinho e amante Roberto, dezesseis anos, em sua cama. O rapaz sabia que aquele era o dia do aniversário do "titular", cada dia, cada transa, mais relegado à reserva. Dentro de alguns meses, Roberto e a família iriam se mudar para outra cidade, por causa de uma irrecusável proposta dada ao pai dele, ginecologista. Portanto, esse seria um dos últimos momentos de romance entre os dois. Aproveitando que este era o dia do aniversário do marido de Elizete, Roberto decidiu dar-lhe um presentinho. Só que ele teria que esperar nove meses para recebê-lo. Ou seria com três de antecedência para o próximo? Não importava.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Naquela manhã, os preparativos para o grande dia se sucediam. Enquanto Elizete arrumava as compras, Roberto estava no quarto de Marcela, a filha mais velha, que completaria dezoito anos dali a alguns dias. Foi ao armário, abriu uma gaveta, pegou uma calcinha e a cheirou fortemente, para se inspirar. Perguntou-se o que ela estava esperando pra perder o cabaço, já que ela teima em querer se casar virgem. Pensou nos peitos fartos de Marcela, na bunda gostosa de Marcela, no corpo naturalmente sensual da primogênita da namorada. O pau endureceu na hora. Assim que sentiu que Elizete terminou os afazeres na cozinha, ele guardou a calcinha da "enteada" de volta.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na cama do casal (o grande palco da paixão e do desejo entre os dois desde o início do caso, há um ano e nove meses), os dois se prepararam para a melhor transa possível. Roberto tirou a calcinha de Elizete e a usou para amordaçá-la. Depois, tirou o sutiã dela e decidiu usá-lo como coleira. Botou-a de quatro e mandou ver, sem camisinha. Como que a cavalgasse, puxou a "coleira", apertando o pescoço de Elizete até gozar. Consumado o ato, os dois tiveram a consciência da melhor relação sexual de suas vidas. Ele, por ter a certeza da realização do desejo de, enfim, engravidá-la. Ela, por ter a certeza de que uma transa dolorida tem muito mais sabor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-4187623788355094039?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/4187623788355094039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=4187623788355094039' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/4187623788355094039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/4187623788355094039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2008/11/dcimo-sexto.html' title='Décimo-Sexto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-9073010197096089336</id><published>2008-10-12T03:05:00.001-03:00</published><updated>2008-10-12T04:05:31.723-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Titi e Ana'/><title type='text'>Décimo-Quinto</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Troca de Presentes")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Trancado, o almoxarifado daquele colégio de freiras fervia. Entre vassouras e produtos de limpeza, dois corpos se entrelaçavam ao aproveitar o curto tempo do recreio que agitava o pátio no lado de fora. Deitado no chão frio, de costas, o humilde faxineiro da instituição de ensino, mais de 20 anos de casa, fazia os trabalhos, enquanto era cavalgado pela jovem estudante de 17 anos ainda incompletos, que estava vestida somente com seu sutiã cor-de-rosa, que no momento estava levantado, deixando seus seios – que, como todo o corpo, pingavam de suor – à mostra. Durante o ato, enquanto gemia baixinho de olhos fechados, a jovem arranhava o peito e apertava os ombros do seu primeiro homem, buscando o ápice sexual ainda não encontrado. Enquanto isso, ele acariciava os quadris de sua jovem amante, válvula de escape para os percalços de sua vida tão sofrida. Ao final do ato, ela se inclinou em direção ao amante, deixando-o beijar os seios e sugar seus mamilos, em uma atitude maternal e piedosa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto o sinal soava anunciando o final do recreio, um satisfeito Matias (esse era o nome dele) admirava, ainda deitado no chão, a jovem Ana Luisa se vestir, de costas para ele. Ficava encantado com a visão dela, de suas nádegas fartas e ainda desnudas, do sutiã cor-de-rosa fechado, dos cabelos castanhos na altura dos ombros, pouco antes de ela vestir a calcinha e começar a se arrumar para voltar à sala de aula, onde cursa o terceiro ano do Ensino Médio. Matias e Ana contavam, então, sete meses de namoro. Enquanto ela se vestia com o uniforme do colégio, reclamava de que teria que aturar aquele professor chato de Química, uma matéria mais chata ainda, mas que cai no vestibular, ainda que não tenha relação alguma com a carreira que ela quer seguir, Direito. Por outro lado, ficava animada, pois mais uma vez, em mais um final de semana que viria, iria ao cinema com suas colegas de classe, depois iria à lanchonete, sempre jogando conversa fora, no que o assunto predileto era falar mal da vida dos outros, principalmente dos rapazes (“Menos de você, tá, Titi?”, sorria). Menina romântica, essa Ana.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto Matias se vestia, Ana deu-lhe um beijo de despedida e, sorrateiramente, saiu do almoxarifado que era o ninho de amor do casal durante alguns recreios nesses sete meses. O humilde faxineiro ficou para preparar os equipamentos para a limpeza do pátio pós-recreio. Afinal, teria muito trabalho pela frente, como fazia todos os dias. Tinha que fazê-lo, porque precisava ocupar a cabeça com o trabalho. Havia responsabilidades sobre ele. Matias Severino da Silva, 48 anos, casado há 29, levou seis anos para realizar o sonho de ter filhos. Quando o casal Matias e Luzia conseguiu realizar seu sonho, descobriu que a filha tinha uma doença que causava retardo mental. A família deixou o sertão e foi à cidade grande, em busca de uma vida melhor e de um tratamento digno ao seu membro mais importante. Auxiliadora, hoje com 23 anos, precisava mesmo de uma chance para construir seu futuro. É a única filha do casal, mesmo porque a batalhadora Luzia, 45 anos, não se dedica a outra coisa senão cuidar dela. Portanto, o emprego de Matias é a única fonte de renda da família.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1987, recém-chegado do sertão e sem nada senão a coragem, Matias e Luzia, acompanhados da pequena Auxiliadora, foram à luta. E como o obstinado Matias era um homem de sorte! Num dos mais tradicionais colégios de freiras da cidade, com alunos que pagavam altas taxas de mensalidade para que pudessem ter um ensino de qualidade, o pai de família conseguiu um emprego de faxineiro, função digna, mesmo com um vencimento nem tanto. Aos poucos, seu trabalho foi reconhecido como de alta qualidade, graças a seu grande esforço. Afinal, tinha em casa um motivo forte para permanecer empregado. Ou melhor, dois: a mulher e a filha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Matias, há anos, é um dos funcionários mais queridos e populares da Escola Nossa Senhora da Conceição, um dos mais qualificados (e caros) da cidade. Seus alunos pagam vultuosas taxas de cerca de 700 reais de mensalidade para ter um dos melhores ensinos, altamente qualificadores para os maiores concursos públicos e vestibulares da região. A relação de confiança é tamanha que o colégio, já faz algum tempo, paga parte do tratamento da jovem Auxiliadora. Mesmo com o abismo social existente, os alunos fazem questão de dar bom-dia e boa-tarde ao faxineiro todos os dias, mesmo que ele não conheça de nome nem a metade deles. Poucos alunos ficavam indiferentes a Matias – e a jovem Ana Luisa era uma deles.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Rica, metidinha, um tanto mimada, estudante do tradicional colégio desde o Maternal, Ana Luisa é filha de um dos maiores industriais da região. Os rapazes babavam pela garota, e não era por acaso. Estatura mediana, dona de pele alva, cabelos castanhos compridos até a altura dos ombros, rosto de traços suaves, olhos esverdeados, nádegas empinadas e seios fartos, Ana não gostava muito de pessoas abaixo de seu nível social. Toda vez que entrava e saía do colégio, ela era acompanhada de um minibatalhão de seguranças. Isso não agradava muito às freiras donas do local, mas as colegas de escola se amarravam em ver algo “diferente”. E logo se apressavam em serem suas amigas, mesmo que de forma descartável e para aproveitar as dependências de sua mansão.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar de ser linda e ser também um ótimo partido, Ana Luisa não pensava em namorados. Deixaria o sexo oposto para depois, para quando quisesse pensar no assunto; queria perder a virgindade no momento que julgasse certo. Por ora, não pensava que algum garoto pudesse satisfazer seu desejo, ou mesmo estivesse a sua altura. Claro que alguns rapazes não queriam admitir isso. Um deles era estudante do terceiro ano. Corria o ano de 2006, e Ana estava ainda no primeiro ano, quando ainda estava para completar 15 anos. Em determinada tarde, quase anoitecendo, Ana Luisa estava na biblioteca vazia, coletando dados para um trabalho da escola – já estava quase de saída. De repente, Armando, o rapaz que estava de olho nela havia tempos, chegou e sentou-se a seu lado. Veio com um papinho mole qualquer, no que foi prontamente dispensado por Ana Luisa. Mas Armando não era homem de desistir tão rapidamente. Ficou aguardando perto das estantes dos livros, aproveitando-se do fato de não haver câmeras entre elas. Ana Luisa se levantou e, para pesquisar mais um pouco, foi para perto de onde Armando estava. Quando o viu no local, Ana perguntou o que ele ainda estava fazendo ali, não sem um ar de desdém. Armando não falou nada: arriou as calças e as cuecas, mostrou a genitália ereta e partiu para cima de Ana. A jovem começou, desesperadamente, a gritar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No lado de fora da biblioteca, Matias preparava-se para encerrar seu expediente. Assobiava pelo corredor e passava pela porta da biblioteca, quando ouviu gritos de menina. Abriu a porta para ver o que estava acontecendo. Entre as estantes, uma cena assustadora: um rapaz seminu, da cintura para baixo, arrancando as roupas de uma garota indefesa e desesperada. Num instinto, Matias pegou a vassoura que segurava, correu em direção aos dois e deu uma vassourada em Armando, que estava de costas. O rapaz, imediatamente, caiu desfalecido no chão. Chorando copiosamente, apenas de calcinha e sutiã, Ana Luisa abraçou Matias em sinal de agradecimento. Depois desse dia, nunca mais Armando se meteu com Ana – até hoje, ele não tem a menor idéia do que o atingiu.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde então, nasceu uma amizade improvável entre a menina mimada e o humilde faxineiro. Até mesmo – caso raro – Ana dava bom-dia a Matias, quando chegava ao colégio, e se despedia dele quando ia embora com seus seguranças. Mas isso não fazia a menor diferença para Matias. O que ele queria era fazer seu trabalho de forma digna, como ele fazia há cerca de duas décadas. Amava o que fazia, assim como amava a sua família.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais de um ano depois, numa tarde de novembro de 2007... Sem contar a hora da entrada e a saída da escola, a hora do recreio era a única em que Ana e Matias se viam. Naquela tarde, Ana estava triste. Viu Matias e decidiu puxar papo com seu amigo improvável.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Bom dia, Seu Matias.&lt;br /&gt;- Bom dia, Dona Ana.&lt;br /&gt;- Seu Matias, o senhor já teve a sensação de que está meio perdido?&lt;br /&gt;- Como assim, Dona Ana?&lt;br /&gt;- Sei lá, com a sensação de que as coisas não andam dando certo?&lt;br /&gt;- Olha, Dona Ana, graças a Deus tenho tudo que a vida me proporcionou. Um bom emprego, uma família linda... Não tenho do que reclamar, não. É como diz aquela velha frase: não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho.&lt;br /&gt;- Que bom, Seu Matias. É que hoje é meu aniversário, eu completo dezesseis anos, e tenho a sensação de que está tudo dando errado na minha vida.&lt;br /&gt;- Ô, Dona Ana. Feliz aniversário, mas por que acha que as coisas não dão certo? Você é tão bonita, tem tudo o que quer...&lt;br /&gt;- Eu sei, obrigada. É que, às vezes, tenho a impressão de que falta muita coisa, que nem todo o dinheiro do mundo pode comprar. Sabe, eu sinto que todas as minhas amigas só estão comigo por causa da minha grana, os meninos só querem saber de transar comigo... Disso, o senhor é testemunha. Nem irmão eu tenho, sou filha única, papai é um dos maiores empresários do país. Eu tinha tudo pra ficar feliz com isso, mas tá difícil...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Não se avexe não, menina. Tenha fé que as coisas vão funcionar. Um dia você vai encontrar um jeito de ser feliz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E Matias foi falando sobre todas as dificuldades que encontrou. A infância pobre, a luta para cuidar da família, todos os problemas que teve que enfrentar para vencer na vida. À medida que Matias falava de sua vivência, Ana ia se encantando com a história desse homem humilde, que via desde a mais terna infância, mas que só conhecia a fundo naquele exato instante. Assim que Matias encerrou a história, Ana Luisa disse que esta história era o melhor presente de aniversário que poderia receber. Beijou-lhe a face, agradecendo a Matias por esse momento. Voltou à sala com a alma bem mais leve, enquanto o faxineiro se recolhia ao almoxarifado, como sempre fazia para preparar-se para limpar o pátio, após o recreio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto o tempo passava, o carinho entre esses dois integrantes de mundos tão diferentes aumentava ainda mais, com direito a uma troca de cartões e presentes de Natal. Quatro meses depois daquela conversa, Matias entrou no almoxarifado, como fazia todos os dias, pouco antes do início do recreio, e acendeu a luz. Para seu espanto, Ana Luisa (àquela altura, já estudante do terceiro ano médio) o esperava ali dentro.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Não precisa se assustar, Matias. Tranca a porta, por favor.&lt;br /&gt;- Mas o que você quer, menina?&lt;br /&gt;- Matias... Posso te fazer uma pergunta meio indiscreta?&lt;br /&gt;- Pode...&lt;br /&gt;- Aqui, no pezinho do ouvido... Quantas vezes por mês você transa com sua mulher?&lt;br /&gt;- Mas isso lá é pergunta que se faça?!&lt;br /&gt;- Eu te avisei que a pergunta era indiscreta...&lt;br /&gt;- Mas pra que você quer saber?&lt;br /&gt;- Curiosidade, ora. A gente é amigo, não é? Vai ficar só entre nós, não vou contar pra ninguém.&lt;br /&gt;- Hã...&lt;br /&gt;- Você tá todo vermelho, Matias. Ai, desculpa. Eu sabia que não deveria ter feito uma pergunta como essa...&lt;br /&gt;- Tudo bem, tudo bem. Você sabe como é casamento longo, né? Às vezes, o fogo fica meio apagado... Não tenho tido muito tempo de “comparecer”, se é que me entende...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ana deu uma risadinha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Matias... Lembra daquela vez que você me salvou daquele maluco do Armando, lá na biblioteca?&lt;br /&gt;- Como é que eu poderia me esquecer?&lt;br /&gt;- Fala a verdade... Você não sentiu nada quando me viu de calcinha e sutiã, não? Nem quando eu te abracei naquele momento?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Matias não disse nada, mas fechou os olhos e se lembrou, sorridente, de um momento ocorrido minutos depois que ela deixou o colégio naquele dia: ele foi imediatamente ao banheiro se masturbar pensando em Ana. Aquela visão de uma garota de quase 15 anos chorando copiosamente de calcinha e sutiã, que acabara de ser salva de um estupro, por mais sádico que pudesse parecer, o encantara muito. Ainda mais num momento em que ele estava havia mais de três anos sem fazer sexo com Luzia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Diante de Ana, dentro do almoxarifado, ainda de olhos fechados, Matias começou a sentir um desejo brotar. E a jovem percebeu imediatamente algo crescendo, de forma sorrateira, entre as pernas do amigo faxineiro. Com uma voz doce, Ana sussurrou:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Matias... Pode abrir os olhos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Matias abriu os olhos... E viu Ana como estava naquele dia, apenas de calcinha e sutiã.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Sabe, Matias... Eu sempre quis perder a virgindade com um garoto de quem gostasse muito. Eu gosto muito de você, e pra mim você é o mais doce dos meninos. É um homem muito especial pra mim, e sua timidez me encanta muito. Eu quero que você entre pra história da minha vida.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E começou a tirar o uniforme de trabalho de Matias. Deixou-o completamente nu, com o membro ereto. Ele sentia que não era certo o que iria fazer, mas não podia lutar contra seus desejos e sentimentos. Assim que o despiu, Ana colocou as mãos dele nas laterais de seu sutiã. Sussurrou:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Levanta.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Matias obedeceu. Viu o mais lindo par de seios de sua vida. Ana tirou a calcinha e, logo depois, acariciou o pênis de Matias. Perguntou, de um jeito que ninguém poderia recusar:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Matias... Enquanto a gente estiver sozinho, posso te chamar de Titi?&lt;br /&gt;- Pode, Dona Ana... – respondeu sorrindo o faxineiro, novamente de olhos fechados e ainda com as mãos sobre os seios da jovem.&lt;br /&gt;- Ah, me chama só de Ana. Esse negócio de “dona” é muito chato.&lt;br /&gt;- Como quiser...&lt;br /&gt;- A propósito... Eu vi sua ficha, e eu sei que dia é hoje. Feliz aniversário, Titi.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os dois se beijaram e se abraçaram fortemente. Era o melhor presente de aniversário que Matias poderia receber.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-9073010197096089336?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/9073010197096089336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=9073010197096089336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/9073010197096089336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/9073010197096089336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2008/10/dcimo-quinto.html' title='Décimo-Quinto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-7068180639096516728</id><published>2008-04-25T01:56:00.006-03:00</published><updated>2008-04-27T02:30:30.899-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Quarto</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Vivendo Perigosamente, com Prazer")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante as manhãs em que faz a felicidade de Elizete, sua primeira namorada, o jovem Roberto se sente nas nuvens. Aproveita para desenvolver novas técnicas, para que os dois não enjoem de seus encontros. Uma delas, criada pelo jovem, consiste em mandá-la se deitar, somente de sutiã, de costas para a cama, em posição de recebimento. Daí para a frente, é só empurrar e puxar constantemente, segurando firmemente as coxas dela (em alguns casos, os dois se dão as mãos durante o ato, pois namoro sem dar a mão não tem graça), até que os seios saiam sozinhos do sutiã. Dependendo da disposição de ambos, as pequenas mamas da dona-de-casa balançam freneticamente de cima para baixo, ou em sentido horário ou anti-horário. O prazer é garantido, mesmo porque a parte preferida das transas de Roberto é ver os peitinhos de Elizete balançando como gelatina, enquanto eles fazem amor. O jovem adora. A namorada também, mas para ele isso não faria a menor diferença.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nesse ano de namoro e prazer (completado em fevereiro, mês em que os dois amantes também fazem aniversário), Roberto, 16 anos, chegou a pensar, secretamente, em ficar com sua amada Elizete só para ela - seja fugindo com ela para um local desconhecido ou simplesmente se livrando, de qualquer jeito, do marido dela. Mas mudou de idéia, pois percebeu uma coisa: o caso só tem graça quando o marido está por perto, sem sequer desconfiar de nada. De nada adianta ter uma mulher casada a sua disposição se não tem o marido dela para ser devidamente corneado e ridicularizado em seus pensamentos. Às vezes, ele pensa qual seria a reação do chifrudinho quando visse a mulher sendo quase que empalada pelo amante. Muito possivelmente ele choraria e fugiria sem fazer nada por ser o típico corno-manso, pensa Roberto. Mas ele prefere que o "titular" não saiba de nada, que tenha a ilusão de que a esposa lhe tem fidelidade. Dessa forma, é muito mais divertido. Afinal, ela encontrou muito mais prazer nesse ano de caso do que nos cerca de vinte anos anteriores.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando ele, professor, viaja para alguma convenção educacional ou algo parecido e as duas filhas vão para casas de colegas passar a tarde, os dois amantes têm a tarde inteira à disposição para se amar. Só que Roberto acha isso fácil demais. Ele gosta do perigo e faz questão de comê-la em todos os cômodos do apartamento dela, principalmente perto das janelas, na esperança de que algum outro vizinho ouça os gemidos dos dois do lado de fora, e comece a fofocar pelas ruelas do bairro, e que a fofoca se espalhe, e mesmo assim o marido dela não saiba nem desconfie de nada!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O grande sonho dele é que Elizete, 41 anos, tenha um filho seu, mesmo com o corno pensando em fazer vasectomia, e tirando o pintinho de nove centímetros quando ereto na hora toda vez que faz sexo com a esposa, uma ou duas vezes por mês, na mesma posição papai-mamãe (como Elizete falou para Roberto certa vez, entre risadas). Roberto vai até o fim, sem camisinha, querendo marcar território - recentemente, descobriu que Elizete toma anticoncepcional às escondidas (e só poderia ser ela, pois Roberto sabe que as duas filhas dela são virgens, pois o pai dele é ginecologista e as atende regularmente). Mas o que ele deseja é que o anticoncepcional, um dia, falhe... Enquanto isso não acontece, eles vão tocando a vida.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-7068180639096516728?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/7068180639096516728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=7068180639096516728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7068180639096516728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7068180639096516728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2008/04/dcimo-quarto.html' title='Décimo-Quarto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-1619933229684941221</id><published>2007-12-21T23:16:00.001-02:00</published><updated>2008-03-22T01:36:52.082-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Terceiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "O Diário de Marcela")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Certa manhã, Roberto estava em mais um de seus encontros amorosos com sua vizinha e namorada Elizete, na cama do quarto dela. Os dois estavam nus, consumindo o ato com Roberto sentado na beira da cama, com Elizete sentada em seu colo, em frente a ele. Enquanto os dois se beijavam apaixonadamente, Roberto dava pequenos puxões de cabelo, no que Elizete respondia com doces gemidos; depois, o jovem dava-lhe leves tapinhas no rosto – ela gostava, pois era um tempero a mais na relação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois do ato sexual (intenso e constante desde o começo do namoro entre o jovem de 15 anos e a mulher casada de 40, nove meses atrás), Roberto e Elizete, mais uma vez, tomaram banho juntos, ensaboando-se e brincando com a água. Enquanto os dois se enxugavam, Elizete disse que teria que ir ao supermercado. Roberto perguntou-lhe se poderia ficar ali no apartamento, porque teria que consultar um dos livros de português do marido dela, professor – teria que estudar para as últimas provas do ano, pois queria passar o quanto antes para o segundo ano médio. Elizete concordou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eram dez e meia da manhã. O marido e as duas filhas de Elizete voltariam por cerca de meio-dia e meia, muito depois da volta dela do supermercado. Elizete saiu e Roberto, que estuda à noite, ficou sozinho na casa dela. Vendo que nada iria ameaçá-lo, colocou em prática seu verdadeiro objetivo: ler mais um pouquinho o diário de Marcela, filha mais velha da dona-de-casa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Curiosamente, apesar de xeretar o diário quase que simultaneamente ao início de seu romance, apenas recentemente ele descobriu a data de aniversário da “enteada”, que por sinal é mais de um ano mais velha que ele. Mas fez questão de ler novamente, nas primeiras páginas da agenda:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nome: Marcela Maria de Souza Almeida&lt;br /&gt;Data de nascimento: 29 de novembro de 1990&lt;br /&gt;Estado Civil: Muuuuito apaixonada pelo meu Ricky!!!!!!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(com vários coraçõezinhos desenhados ao redor)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Profissão: Sonhadora............. &lt;/em&gt;(com todas as reticências possíveis)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não teve estômago, mais uma vez, para ler até o fim. Virou a página falando para si mesmo: “Virgindade é foda... Puta merda, essa menina anda precisando levar uma bela pica pra deixar de ser tão melosa!” Apesar do aparente desprezo pela vizinha Marcela, Roberto gostava do corpo dela – de seus cabelos cacheados, da sua pele morena, de seus seios fartos, dos quadris largos, do bumbum empinado, dos pezinhos sedutores... No fundo, sonhava em que a tal “bela pica” fosse ser a dele, não a do namorado dela. Julgava-se um “sujeito família”: primeiro a mãe, depois a filha...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No decorrer das páginas, viu novamente os escritos por ela no dia 19 de fevereiro, em que ela se orgulhava de se “guardar” para o namorado de tantos anos. Resolveu copiar a página no multifuncional do quarto dela, em tinta colorida, como tinha feito com várias das fotos dela que estavam na agenda. O dia marcado é especial para Roberto – é o dia em que ele nasceu, em 1992.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Falando em aniversário, era o final de novembro e aproximava-se o dia do aniversário de Marcela. E Roberto pensava num presente bem bacana para dar a ela, sem que a jovem soubesse quem o dera. Não poderiam ser flores, já que isso havia sido feito para seduzir Elizete. De repente, teve uma idéia: iria ao computador escrever uma poesia (não poderia escrevê-la à mão, pois haveria o risco de Elizete reconhecer a letra), imprimi-la e colocá-la, dobrada, na agenda de Marcela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fez os preparativos da seguinte forma: tirou as roupas de baixo, ficando apenas de blusa. Foi ao armário de Marcela, abriu uma das gavetas, tirou uma calcinha branca, com pequenas flores coloridas costuradas, e enrolou-a no seu pênis ereto. Ligou o computador e começou a escrever o que vinha à cabeça:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Rainha dos meus prazeres,&lt;br /&gt;Obrigado por existir.&lt;br /&gt;Beba da minha essência, eu lhe mando.&lt;br /&gt;Errada estará se discordar de mim.&lt;br /&gt;Raiva sentirei de você se me magoar.&lt;br /&gt;Talvez não leia este poema;&lt;br /&gt;Ordeno, porém, que me dê atenção.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Vagabunda tanto quanto é a mãe, não sei se é.&lt;br /&gt;Ah, mas como você é boba e ingênua!&lt;br /&gt;Infeliz você será, caso continue assim.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Como eu quero ser o primeiro a invadir sua vida!&lt;br /&gt;Os grandes deuses já prevêem isso, eu suponho.&lt;br /&gt;Minha namorada é perfeita, mas eu quero mais.&lt;br /&gt;Exatamente como quero, você vai se render...&lt;br /&gt;Ricardo, seu titular, em seu viver não existirá jamais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Marcelo, professor medíocre, certa vez se apaixonou...&lt;br /&gt;Amou e ama alguém que não se revelará jamais de verdade!&lt;br /&gt;Rameira, na verdade, é o que Elizete é!&lt;br /&gt;Chifres crescem na cabeça dele sem que se perceba...&lt;br /&gt;Elizete e Marcelo, apesar disso, construíram uma vida, mesmo que de fachada.&lt;br /&gt;Lá em tempos idos, duas meninas são o fruto dessa vida falsa e mentirosa.&lt;br /&gt;Algum dia, a primogênita irá sujar o pedaço de alguém com seu sangue virginal.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O poema era um tanto sofrível, mas valia assim mesmo. Imprimiu duas cópias, dobrou o papel de uma delas, colocou-o na página do dia 19 de fevereiro e leu mais algumas páginas, algumas mais melosas que outras. Enquanto admirava os contornos da letra bonita de Marcela, Roberto ficava excitado e apertava ainda mais a calcinha da jovem amarrada em seu pênis. Porém, quando estava quase confirmando a paixão comum de um homem por sua enteada, Roberto ouviu o toque do interfone. Percebeu que Elizete voltou do supermercado. Rapidamente, guardou a calcinha na gaveta, vestiu-se, guardou a agenda e foi ajudar seu primeiro amor a carregar as compras.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roberto ajudou Elizete a guardar as compras, exatamente como fazia na sua época de virgindade. Era quase meio-dia. Roberto, que ainda estava em ponto de bala, lembrou que dava tempo para mais uma. Elizete atendeu ao chamado: virou-se de costas, encostou-se na parede, levantou o vestido e colocou-se à disposição de seu jovem amante. Enquanto consumia o ato, Roberto pensou em Marcela.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-1619933229684941221?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/1619933229684941221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=1619933229684941221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/1619933229684941221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/1619933229684941221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/12/dcimo-terceiro.html' title='Décimo-Terceiro'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-7315520708151138400</id><published>2007-10-22T02:17:00.000-02:00</published><updated>2007-11-08T00:25:49.864-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro Palmares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Segundo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "O Presente")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aproximava-se o dia do décimo-primeiro aniversário de Mariana, a filha caçula da dona-de-casa Elizete e do professor Marcelo. Mariana é uma menina pré-adolescente como qualquer outra de sua faixa etária. Aos poucos, deixava as bonecas de lado e começava a se interessar por meninos. Não era raro ela suspirar pelo vizinho Roberto, quinze anos, enquanto sonhava com o dia em que ele reparasse nela. Mas ele nem ligava, pois estava envolvido com mulheres maduras. Pra ser mais exato, com uma que era bem próxima de Mariana, sem que ninguém desconfiasse. Mas não é disso que vamos falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia 21 de outubro é o mais esperado pela menina Mariana, por ser o dia em que ela completa mais um ano de vida. Pelo fato deste dia ser bem próximo ao Dia das Crianças, ela costuma receber dos pais e da irmã mais velha, Marcela, um presente bem grande ou dois presentes menores. Por mais simplórios que sejam os presentes, ela sempre fica feliz. Só lamentava o fato de não receber mais bonecas de presente, pois o tempo já havia passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns presentes foram marcantes para Mariana. Quando ela fez seis anos, em 2002, por exemplo, ganhou uma boneca falante. Aos oito, um videogame. Aos nove, um ônibus de boneca cor-de-rosa. O tempo passou, e os presentes mudaram. Aos dez anos, ganhou uma caderneta de poupança do pai e um conjunto de calcinha e sutiã da mãe. Para seus onze anos, esperava um bom presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia do aniversário, um domingo, chegou. À tarde, os convidados foram chegando, entre tios, colegas de escola, vizinhos. Até sua tia Elisa, irmã de sua mãe, que era freira e raramente saía do convento no interior, compareceu. Ricardo, o namorado de sua irmã, também. Mas todas essas visitas simplesmente perderam seu brilho quando Roberto, seu primeiro amor platônico, adentrou o apartamento.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele deu-lhe os parabéns, dois beijinhos e um presente simples: um creme hidratante. Seu coraçãozinho de menina lhe afirmou que o presente era mais importante do que o celular com câmera que a irmã e o cunhado haviam dado de presente um pouco antes. Muito tímida, não fez o que tinha vontade de fazer: dar um monte de beijos e abraços em Roberto e afirmar-lhe que o creme hidratante era o melhor presente que já havia recebido na vida, porque foi dado por alguém que ela amava muito, mesmo que calada e introspectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “bolinho” prosseguiu, até que o último convidado saísse. Roberto foi um dos primeiros a ir embora, porque queria acordar cedo no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerrada a festinha, Mariana teve a consciência de que tivera um dos dias mais felizes de sua vida. Os pais e a irmã se preparavam para dormir, mas ela queria viver cada momento de seu 11º aniversário. Guardou os presentes ganhos, deu boa-noite aos pais e à irmã e foi para o seu quarto. Então, começou o seu vôo solitário de liberdade e fantasia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Trancou a porta de seu quarto, pegou o creme hidratante que Roberto lhe dera de presente e se ajoelhou em cima da cama. Para ser mais exato, diante de um espelhinho emoldurado com personagens do desenho A Pequena Sereia, que estava em cima da cabeceira. Estava apenas de blusinha e calcinha, a roupa que usa para dormir. Colocou o creme ao lado do espelhinho. Depois, abaixou a calcinha até a altura das coxas. Sorriu ao ver sua pererequinha no espelho. Ela estava atendendo à puberdade, os pêlos pubianos começavam a crescer. Pegou o creme hidratante, colocou um pouco nas mãos e passou nas partes íntimas, com cuidado e carinho. Enquanto acariciava, pensava naquele que tinha dado o melhor presente de aniversário que recebera na vida. Ou, para ser mais exato, nesta nova vida. E, enquanto lágrimas corriam de seus olhos, sonhava com o dia em que iria, finalmente, estar nos braços de Roberto. Imaginava que aquele creme hidratante era só um começo. E, de certa forma, era mesmo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130288317360687682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_1hO4_cclctU/RzJyCw-eykI/AAAAAAAAA1k/28FyUtWea4U/s400/teatropalmares.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O TEATRO PALMARES ORGULHOSAMENTE APRESENTA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Obrigação Moral”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma curta peça erótico-dramática em dois atos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;PRIMEIRO ATO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Tarde-noite de 20 de outubro de 2007, um sábado. Banheiro da casa de Roberto Palmares, quinze anos. Os pais saíram para jantar com amigos, num encontro de ginecologistas. Embaixo do chuveiro ligado, Roberto agarra, pelas costas, a vizinha Elizete de Souza Almeida, 40 anos, pressionando-a contra a parede e puxando seus cabelos. Ela geme de prazer, enquanto Roberto lhe dá umas estocadas e xinga a namorada de vagabunda. No instante do orgasmo, Roberto mira as nádegas de Elizete com o pênis e ejacula sobre elas.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;ELIZETE (ainda arfando): Ai, Betinho, adoro o jeito selvagem que você me fode, me agarrando, puxando meu cabelo, pegando nos meus peitos com força! Em mais de vinte anos de casamento, meu marido nunca fez isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO (acariciando, com o dedo médio, a vagina e o ânus de Elizete): Tô sempre a seu dispor, Zetinha... Enquanto você estiver precisando, e mesmo quando você não precisar, eu tô aí. Esse pirulitão aqui te faz muito feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIZETE: Eu amo o Marcelo, mas eu acho ele tão ingênuo, tão bobinho... Ele é romântico demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO: Ouvi dizer que pinto pequeno faz isso com as pessoas... &lt;em&gt;[Os dois riem]&lt;/em&gt; Quanto ele mede, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIZETE (fazendo um gesto com o polegar e o indicador): Nove centímetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO (rindo): Porra, isso não deve nem fazer cosquinha! Fala a verdade: antes de mim, tu nunca teve vontade de chifrar ele, não?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ELIZETE: Nunca tive coragem. Eu pensava que era normal ser assim. Quando vi seu pinto duro naquele dia, pela primeira vez, eu até me assustei!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Os dois enxugam um ao outro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;ELIZETE: Agora, eu tenho que ir. Amanhã é o aniversário da minha caçula, a Mari. Aliás, bem que você poderia dar um presentinho pra ela, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO: Quantos anos ela faz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIZETE: Onze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO (dando um tapinha nas nádegas de Elizete): Pode deixar, Zetinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Eles se vestem. Antes de Elizete sair, eles se beijam carinhosamente. Ela abre a porta, olhando com cuidado para o corredor para que ninguém a veja saindo da casa do vizinho. Atravessa o corredor e vai a direção à porta de seu apartamento. Enquanto isso, Roberto fecha sua porta.)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO (baixinho, em direção à platéia): Puta merda! Essa pirralha é sem-graça pra caralho! Na boa, não agüento mais esse tatibitate que ela faz quando brinca de boneca no corredor. Mas fazer o quê, né? É a primeira vez que uma filha dessa piranha faz aniversário depois que eu passei a comer ela. Mas tudo bem. Eu vou comprar um presente bem fuleiro pra não passar em branco e ficar bem com a família. Tô doido pra saber quando é o aniversário da irmã dela. Essa, sim, é gostosa pra cacete! Puta que pariu, que peitos, que rabo! Cansei de tocar punheta enquanto lia o diário dela, em que ela escreve sobre a virgindade dela. Fico doidinho pra ver meu pau sujo com o sangue do cabaço dela! Tô pensando em comprar uma calcinha preta de rendinha, bem parecida com aquela que a mãe dela usava quando eu comi pela primeira vez. Só quero ver a cara de bundão do namorado dela, quando eu der esse presente! Apenas não deve ser tão bundão quanto o corno do pai dela... Só quero saber como foi que uma coisa tão pequetitinha fez aquilo tudo de mulher. Agora, deixa eu tocar uma bronha com a foto da Marcela que peguei do diário, aquela em que ela usa vestidinho preto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;SEGUNDO ATO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Manhã de domingo, 21 de outubro, dia do aniversário de Mariana de Souza Almeida. Roberto vai à mercearia e compra um creme hidratante. Na verdade, poderia ser qualquer coisa. Ele tinha vontade de comprar uma camisinha para usar com Marcela – ele sempre fez sexo com Elizete sem camisinha – ou uma peruca de touro para dar a Marcelo Almeida, marido de Elizete e pai de Marcela e Mariana. Mas conteve-se. Pegou o creme hidratante, a primeira coisa que vira nas prateleiras, e decidiu dá-lo de presente a Mariana.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Noite de domingo, Roberto volta da festinha de Mariana. Cumprimenta rapidamente os pais, que viam TV na sala. Vai diretamente ao banheiro e tranca sua porta. Tira as calças e a cueca, deixando o pênis ereto à mostra. Está enlouquecido de excitação, e começa a se masturbar. A “homenagem” é para a freira Elisa, seis anos mais jovem que sua irmã Elizete. Roberto, durante o ato sexual solitário, imagina o que deve estar abaixo do hábito da freirinha, recordando-se dos contornos de seu corpo. Nunca imaginava que uma religiosa pudesse despertar tanto o seu desejo como naquele momento.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO (em direção à platéia, depois de ejacular): Ué, tão olhando o quê? A peça já acabou! Acharam curta? Fiquem sabendo que a piroca do marido da Zezete é muito mais...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FIM (as cortinas se fecham)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-7315520708151138400?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/7315520708151138400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=7315520708151138400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7315520708151138400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7315520708151138400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/10/dcimo-segundo.html' title='Décimo-Segundo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_1hO4_cclctU/RzJyCw-eykI/AAAAAAAAA1k/28FyUtWea4U/s72-c/teatropalmares.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-7374312806482384135</id><published>2007-09-22T20:33:00.000-03:00</published><updated>2007-11-08T00:39:53.847-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sonofilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo-Primeiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "A Frutinha")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Sabe por que eu gosto de meninas dormindo, João?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Elas não têm como dizer não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto respondia à pergunta, Fernando via o irmão caçula abaixar a calcinha de Rita, 48 anos, casada há 28 e mãe de sua namorada Viviane. Rita dormia profundamente, graças a um remédio para dormir que Fernando, sorrateiramente, misturara ao suco de manga que ela costuma beber todas as tardes. Ela estava de bruços, em cima da mesa da sala (Viviane estava na faculdade; a filha mais velha, Mariane, ainda estava no trabalho, assim como o marido e pai de suas filhas). Era um corpo bem-conservado de 1,60 de altura que estava à mercê de dois adolescentes. As nádegas de quase cinqüentenária eram motivo de grande admiração. Vamos para o começo disso tudo...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;João Luiz já estava com os hormônios em ebulição no alto de seus treze anos de idade, tendo o interesse em meninas um pouco mais velhas. O irmão mais velho, Fernando, dezessete anos, namorava uma universitária, dois anos mais velha, e percebia o interesse do caçula da família. Por isso, decidiu colocar um plano em ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivi, namorada de Fernando, tinha pouco menos de um metro e sessenta de altura, sendo um pouco mais alta que a irmã mais velha, Mariane, 27 anos. A mãe delas tinha, assim como as filhas, um bumbum farto. No dia em que Fernando apresentou a família da namorada ao irmão mais novo, perguntou a ele assim que saíram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E aí, gostou?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Muito. Elas também são pequenininhas... Mas gostei principalmente da mãe dela. Que rabo ela tem!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Que é isso? Tá de olho na &lt;em&gt;véia&lt;/em&gt;? Pensei que a Mari fosse mais de seu agrado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas a irmã também não é de se jogar fora, não! O problema é que ela é meio sem-graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Vivi me falou que ela ainda é virgem... Tá namorando, mas tá fazendo o maior doce. Mas se ela me der mole, eu traço! Sendo sem-graça ou não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você, já comeu a Vivi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há muito tempo, rapaz. Porra, de quatro ela é uma delícia! Que bunda deliciosa ela tem! E a pererequinha dela, embaixo da bunda, parece uma frutinha! Uma maravilha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já sonhou em comer a mãe dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe que não? Nem pensei nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu já tô pensando. Gostaria muito que minha primeira vez fosse com ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vá sonhando! – riu Fernando.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os dois irmãos, apesar de jovens, eram bem altos. Fernando tinha 1,73; João Luiz, 1,63. Desde que conheceu Rita, seu sonho passou a ser transar abraçadinho com ela – era um garoto romântico, descobrindo sua sexualidade. Mariane não o atraía – ele a achava um tanto sem sal – e Vivi namorava seu irmão, o que a descartava, apesar de ser sua musa secreta. Com isso, justificava-se o desejo de fazer sexo com a jovem senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, Fernando percebeu que João merecia, sim, a primeira vez com que sempre sonhava. E começou a executar esse plano. Quando o contou ao irmão, ele prontamente o aceitou, exultante com a idéia de, enfim, ter a primeira vez com a mulher tão desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano teria que ser executado numa tarde, quando Rita estava sozinha em casa. Fernando aproveitou o fato de Vivi ter emprestado um material para que João fizesse um trabalho de escola para pô-lo em prática. Ele sabia que a sogra tinha o costume de beber um copo de suco de manga todas as tardes. Por isso, levou no bolso um pequeno frasco de sonífero. Assim que chegaram à casa da família de Vivi, pediram o material, no que foram atendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles ficaram estudando na mesa da sala. Quando Fernando percebeu que Rita pegou da geladeira o suco de manga, chamou a atenção do irmão e mandou-lhe colocar o planejado em ação. João Luiz perguntou a Rita se ela não poderia pegar um material que estava no quarto de Vivi, e que eles não haviam achado. Rita foi como João ao quarto, e Fernando aproveitou para ir à cozinha e pingar um pouco de sonífero no suco.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele se sentou à mesa antes que o irmão e a sogra voltassem, com o material pedido. Ela voltou à cozinha, ofereceu-lhes o suco, eles agradeceram recusando e ela tomou. Depois, sentou-se no sofá. Meia hora depois...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fernando e João Luiz tiveram um pouco de trabalho para carregar Rita até a mesa. Na verdade, queriam levá-la até a cama, mas decidiram colocá-la em cima da mesa, onde eles estavam estudando. Melhor assim: enquanto Fernando arrumava o material que estava espalhado sobre a mesa, João Luiz estava sentado na cadeira, com Rita (que, àquela altura, estava só de calcinha) em seu colo. Ele aliviava as expectativas apalpando-lhe os seios, cheirando-lhe os cabelos e beijando sua nuca. Como era um menino curioso, abria a parte da frente da calcinha e dava uma espiada para ver os pêlos pubianos de Rita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidadosamente, os dois irmãos colocaram Rita, de bruços, em cima da mesa. Prontamente, João tirou as calças e as cuecas, deixando à mostra a genitália, ereta como uma rocha. Foi neste momento em que o irmão lhe disse que gostava de meninas dormindo porque “elas não têm como dizer não”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João abaixou a calcinha e se encantou, junto com o irmão, com as nádegas de Rita, acima da média para a idade dela. Ao ver o que estava ali embaixo, achou graça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha lá, Fernando! A perereca dela parece mesmo uma frutinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E é por aí mesmo que você vai enfiar o pirulito... Vai nessa, garoto!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Daquele momento em diante, foi a grande realização dos treze anos de vida do garoto João Luiz. À distancia, sentado na poltrona, Fernando via o corpo adormecido de Rita balançando pra frente e pra trás, enquanto o irmão copulava enlouquecidamente, xingando-a de forma pesada para um pré-adolescente. Para qualquer um, era uma hedionda, execrável e covarde cena de estupro. Mas, para João Luiz, era a realização de um sonho. E para Fernando, a sensação clara de ter feito o bem.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-7374312806482384135?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/7374312806482384135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=7374312806482384135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7374312806482384135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7374312806482384135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/09/dcimo-primeiro.html' title='Décimo-Primeiro'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-6958771943674069261</id><published>2007-08-21T00:10:00.000-03:00</published><updated>2007-08-28T00:30:14.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Fantásticas Aventuras de Malu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Décimo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(ou "Malu, que Mulher!")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando Malu viu o bancário Clécio pela primeira vez, não teve uma sensação das mais agradáveis. Afinal de contas, ele tinha para a recém-formada em Arquitetura um ar meio desligado, muito embora se dedicasse ao trabalho com vigor. Aos poucos, porém, ela o via com outros olhos, à medida que sentia que precisava se casar, até para não ficar para trás em relação à irmã Helena – casada e grávida de sua primeira filha. Enquanto isso não acontecia, Malu se ocupava em trabalhar no escritório de arquitetura de uma colega de faculdade (ela se formara no ano anterior), alternando com seu &lt;em&gt;hobby &lt;/em&gt;favorito: o rompimento da virgindade de meninos jovens.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando tinha treze anos, Maria Lúcia perdeu a sua virgindade com o velho Heitor, pai do futuro marido de sua irmã. Ironicamente, à medida que crescia, ela ficava interessada em rapazes mais jovens, alguns deles pré-adolescentes. Não se sabe o que ela buscava – não duvidem que nem ela própria sabia, talvez por intuição ou coisa que o valha – mas talvez ela quisesse passar um pouco de sua “experiência” para os mais novos, ou buscava novas aventuras.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pois bem: quando ela decidiu se aproximar um pouco mais de Clécio, corria o ano de 1984. Malu tinha então 21 anos, e mantinha casos secretos com vizinhos de 12 a 15 anos, que só queriam saber de sexo o tempo todo. Ela era um prato cheio: cabelos louros e olhos verdes, sardas no colo, seios e nádegas em profusão. Enfim, um banquete para os olhos e uma tentação para o corpo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela ensinou todas as posições que tinha aprendido com o “meu velho”, como Malu carinhosamente chamava, em seus pensamentos, seu primeiro e grande amor. A sua preferida era a tradicional papai-mamãe, a deles era cachorrinho. Na hora do sexo oral, ela pedia para o parceiro fazer algo que o velho Heitor sempre fez: cantar a cantiga &lt;em&gt;Pirulito que Bate, Bate&lt;/em&gt; enquanto ela consumava o ato. Prazer garantido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pois bem: num belo dia (uma sexta-feira), ela teve vontade de assumir um compromisso mais sério e já percebera que um certo bancário mais relaxadão não lhe tirava os olhos enquanto fazia o seu serviço atendendo a seus pedidos. Então, deixou-lhe o número do telefone entre as contas pagas. Depois do expediente, ele lhe ligou, convidando-a para sair. Ela aceitou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Papo vai, papo vem, numa lanchonete da cidade, ela foi descobrindo alguns detalhes de sua vida: ele se chamava Clécio, tinha 20 anos, surfava nas horas vagas e estava cansado de pegar mulheres vazias. Ela gostou do papo solto do rapaz, e não se incomodou quando ele lhe ofereceu um baseado (ela recusou com delicadeza) no caminho de volta. Ele disse que fumava alguns por dia para “abrir os caminhos”. Ela não se arriscou a perguntar o que aquilo significava.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela, ao voltar para casa, teve a certeza de que, ao mesmo tempo em que tinha achado alguém para chamar de seu, encontrara um cara ideal para continuar suas aventuras proibidas. Quando entrou no apartamento em que morava juntamente com o pai (ele já estava dormindo), lamentou silenciosamente não ter a mãe (que morrera dois anos antes) a seu lado para compartilhar sua mais nova descoberta. Tomou um banho (não sem fazer algumas carícias em si própria durante a lavagem) e foi dormir.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia seguinte, o pai foi pescar, aproveitando a manhã ensolarada de sábado. Convidou a filha, mas ela recusou alegando dor de cabeça. Quando ele saiu, a “dor de cabeça” rapidamente passou. Colocou um vestido florido, algumas roupinhas numa bolsinha e deu uma saidinha para passear.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela foi à casa de um de seus namoradinhos, um rapazote de 12 anos chamado Armando. Ao chegar, só estava o pai dele, que disse que o filho fora à padaria. Ela respondeu dizendo que o esperaria no quarto dele, e pediu que não lhe avisasse de que ela estava lá, pois seria uma surpresa. O pai do garoto concordou, orgulhoso (sabia do caso entre os dois, que começara alguns meses antes).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando o pré-adolescente chegou, viu Malu sentada em sua cama, vestida apenas com um robe transparente que estava aberto, deixando os seios à mostra. Rapidamente Armando trancou a porta, tirou as cuecas e sentou-se na cama, pedindo que brincasse de jogar &lt;em&gt;videogame &lt;/em&gt;com ele. Por “jogar &lt;em&gt;videogame&lt;/em&gt;” entendia-se na época: ela mexer no pintinho duro do parceiro como se este fosse um controle de Atari, que era o mais popular da época. Ela executava o jogo do prazer enquanto dava-lhe bitoquinhas inocentes. Depois, virou-se de costas e ficou de quatro, pedindo-lhe que fizesse tudinho que havia lhe ensinado. O ato durou alguns minutos, e ele foi aprovado com louvor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Combinando malícia e inocência, assim era a vida de Maria Lúcia – e continuaria a ser, falando a verdade. Ela alternava o ofício da Arquitetura com o namoro com Clécio e os casinhos com a juventude. Até que, num certo dia de 1986, sua vida tomou um rumo definitivo...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era o aniversário de um ano de sua sobrinha Carla Cristina, comemorado com uma festinha no salão do prédio de Maria Helena. Durante a comemoração – a que o namorado Clécio tinha comparecido, mas àquela hora dormia no apartamento da cunhada por estar meio “chapado” – Malu ficou de olho num menino de uns 15 anos presumíveis. E ele, pelo visto, correspondeu. Os dois foram à garagem do prédio, se esconderam atrás de uma pilastra e tiraram as roupas. Ela, porém, só não contava que um grupo de amigos havia sido “convidado” por ele para a “festinha” particular. Eram cinco, com idades que variavam entre 12 e 16 anos. Imediatamente eles também tiraram as roupas. Malu nunca havia feito sexo com dois ao mesmo tempo, quanto mais com seis meninos com os hormônios em ebulição! Portanto, era demais para ela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela tentou se desvencilhar, mas eram muitos ao mesmo tempo, pra cima dela. Dois a seguraram, um em cada braço. Ela caiu de joelhos, de costas para seus algozes. Um por um, eles foram consumindo seus atos, tanto por via anal quanto por via vaginal. Aos poucos, porém, ela foi assimilando a situação, e começou a relaxar quando os meninos começaram a executar a posição papai-mamãe. No final, ela ainda queria mais! Estava até triste por ter acabado. Afinal de contas, tinha desvirginado seis rapazes ao mesmo tempo!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No elevador, com as roupas um pouco rasgadas, com o corpo todo melado e avermelhado de chupões, Malu pensou nunca ter imaginado que viveria uma noite tão inesquecível quanto aquela. Ao entrar no apartamento de Helena, Malu foi ao quarto das visitas. Clécio dormia feito uma pedra – e Malu, que não fazia sexo com ele há meses, deitou-se a seu lado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cerca de um mês depois, Malu começou a sentir alguns enjôos. Chegou a vomitar. Fez um exame e descobriu que estava grávida. Não tinha a menor idéia de qual daqueles seis garotos que a pegaram na garagem era o pai, mas não queria saber. Pra ela, o “pai” já estava eleito: era Clécio, mesmo sem fazer sexo com ela havia meses. Naquela noite ele estava tão doidão que teria feito sexo sem perceber e acordou de ressaca. Na verdade não fez nada, mas é como se tivesse. Se havia algum motivo para Clécio se casar com ela, era o de que seria pai...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eles se casaram somente no civil – ela não quis se arriscar a organizar uma cerimônia religiosa, com medo de um vexame perpetrado por Clécio, que vivia chapado em todo o tempo que não estava trabalhando. Mas o casamento começou bem, obrigado. Ela até sossegou um pouco o facho. E, por incrível que pareça, Clécio passou a fumar bem menos que na época de solteiro.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cristina nasceu no início de 1987. Ganhou esse nome em homenagem à avó materna, Maria Cristina – mesma homenagem que batizara a prima Carla Cristina. Quatro anos depois, nasceria Leonardo, desta vez filho de Clécio. Malu se tornava uma arquiteta respeitada, e Clécio seguia no seu ofício de bancário. Ou seja, havia grandes indícios de uma família bem estruturada...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-6958771943674069261?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/6958771943674069261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=6958771943674069261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/6958771943674069261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/6958771943674069261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/08/dcimo.html' title='Décimo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-180973706106317183</id><published>2007-08-02T01:03:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T01:07:13.176-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Fantásticas Aventuras de Malu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Nono</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(mas podem chamar de "Contos de Agosto, o Mês da Cachorra Louca")&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A menina Maria Lúcia, dezesseis anos, gemia enquanto levava estocadas contínuas. Seu companheiro de alcova, um homem casado que tinha lá seus setenta e tantos anos, aproveitava o momento em que a agarrava pelos ombros e a encoxava sem parar. Se dependesse dele, não a deixaria sair nunca mais. Há três anos era assim: usava Maria Lúcia para superar a frustração por não possuir a irmã mais velha dela, Maria Helena, que contava dezenove anos e era seu maior objeto de desejo. Era uma lourinha rechonchuda cujo traseiro o enlouquecia. Só tinha um único problema: ela era a namorada de seu filho Edivaldo havia quatro anos. Ou seja: Heitor Serejo (este era o nome dele) seduziu uma menina de treze anos só para superar uma frustração. Malu sabia disso. E gostava.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era o fim dos anos 70. O Dr. Serejo (como costumava ser chamado) era um sério profissional dono de uma empresa especializada em exportação de produtos de escritório, e preparava o filho para sucedê-lo. Ao mesmo tempo em que pensava na felicidade de seu único herdeiro, tinha desejos que não queria reprimir de forma alguma. Não escondia de sua jovem amante que pensava na irmã dela enquanto os dois copulavam. Sabia que Edivaldo amava Helena, e respeitava isso. Lúcia era bem parecida com Helena, porém um pouco mais magra e potencialmente mais alta. As nádegas, porém, eram bem semelhantes, e vinham se desenvolvendo bem aos treze anos – o que foi suficiente para Heitor, numa certa tarde do ano de 1976, seduzi-la com uma conversa ao pé do ouvido e algumas carícias pelo corpo. Malu sabia que sua mana adorava o jovem Edivaldo – desde o primeiro dia em que se viram, Helena percebeu que ele era o homem de sua vida! A mais novinha, ao contrário, não se prendia a romantismos. Estava disposta a experimentar novas coisas. Assim se fez a primeira vez. Depois do ato consumado, uma imagem que Heitor levaria na memória para o restante da vida: Maria Lúcia nua, de quatro, o sangue dela e o esperma dele escorrendo pelas coxas, dizendo com aquela voz fininha de adolescente que tinha vontade de fazer xixi! O homem lhe disse que podia urinar ali mesmo, naquela posição, que iria limpar depois – no que foi atendido por ela. E assim se passaram três anos...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Malu tinha um certo remorso por ter perdido a virgindade antes da irmã mais velha – Maria Helena, aliás, só a perderia depois do casamento, portanto era pura até então. Mas aproveitava, muito bem, as poucas vezes em que ficava com Heitor, que enganava a discreta esposa dizendo fazer reuniões extras, quando na verdade se encontrava com a jovem no mesmo apartamento da família em que os dois tiveram o primeiro encontro. Malu sonhava com o dia em que Heitor, finalmente, mandaria tudo para o alto e passaria a viver com ela. Como ela era menor, porém, teria que esperar pelo menos mais dois anos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto ela esperava, fazia questão de dominá-lo quando possível. E usava seu poder de sedução. Ela geralmente ia ao local depois do colégio. Geralmente com a desculpa de fazer trabalho de grupo com as colegas, ela ia ao refúgio secreto expressar seus desejos carnais. Ele a esperava ansioso, na hora do almoço. Adorava vê-la uniformizada. Ela costumava deixá-lo louco sem tirar a roupa: colocava-o de joelhos, levantava a saia, usava-a para encobrir a cabeça dele e abaixava um pouco a calcinha. Pronto: o casalzinho ganhava o dia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aos poucos, Heitor via em Maria Lúcia alguns detalhes que a diferenciavam de sua futura nora: os seios da mais novinha eram bem grandes, enquanto os da mais velha eram menores. Ambas tinham olhos verdes, mas os de Malu eram mais claros. Não precisava mais ter inveja do filho por ter uma menina gostosa pra chamar de sua; já tinha a sua jovem mulher, que ele ajudou a moldar como pessoa, vinda da mesma fonte. E sentia-se satisfeito com isso.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1980, Malu terminou o segundo grau e prestou vestibular para Arquitetura, um velho sonho. Passou com louvor e começou a realizar esse desejo no ano seguinte. Ao mesmo tempo, porém, o caso secreto com o velho Heitor começava a esfriar. Os encontros foram rareando. Ironicamente, isso ocorria enquanto Malu alcançava a maioridade e não precisaria esconder o romance de ninguém. Talvez por causa das responsabilidades que a nova condição lhe exigia, com a aquisição natural da maturidade. Concomitantemente, Helena ficou noiva de Edivaldo. Manteria-se virgem até o dia do casamento, exatamente como desejava.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia seguinte (naturalmente, com Helena tendo a virgindade rompida na noite de núpcias), Heitor ligou para Malu. Queria um encontro naquele mesmo apartamento onde os dois se amavam e se desejavam loucamente, num caso que durou quatro anos. Maria Lúcia atendeu ao pedido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Antes de tirarem a roupa, começaram a conversar sobre os estudos na faculdade e as coisas da vida. Entre os assuntos que cercavam este último tópico, ele queria saber de Malu como era Helena nua. Ou seja, se ela tinha alguma marca de nascença, sardas, cicatriz etc. A resposta dela foi bem sintomática: “No dia em que seu filho pegá-la por trás e agarrar forte, não vai querer sair tão cedo. Minha irmã é perfeita. A pele dela é macia, a bunda é bem gostosa, os peitos firmes e o cabelo é cheirosinho. Orgulhe-se do Edivaldo pela mulher que ele acabou de ter”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois disso, tiraram as roupas e copularam pela última vez – a única depois que Malu completou dezoito anos. Enquanto a agarrava por trás, pensava em Maria Helena, com uma pontinha de inveja do filho sortudo. Heitor morreu dormindo dezessete dias depois, e Edivaldo herdou a empresa do pai.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dois anos depois, começou a trabalhar no banco em que Malu costumava pagar suas contas um bancário com um jeitão meio desleixado, embora trabalhasse de um jeito eficiente. Quando atendia Malu (o que era uma constante), alternava olhares nas contas a pagar com outros nos fartos seios da jovem. E ela parecia perceber e gostar, porque fazia questão de ser atendida por esse mesmo bancário. Ele gostava de vê-la tanto vindo quando indo, e isso a agradava muito. Certo dia, entre as contas, estava o número do telefone e o nome dela escrito, com um pedido para ligar. Após o final do expediente – era uma sexta-feira – ele ligou para o número. Apresentou-se como Clécio e convidou Malu para sair. Ela aceitou – afinal de contas, sua irmã estava grávida e ela não queria ficar para tia. Mas isso já é outra história...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-180973706106317183?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/180973706106317183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=180973706106317183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/180973706106317183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/180973706106317183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/08/nono.html' title='Nono'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-7745156959254216880</id><published>2007-06-19T18:44:00.000-03:00</published><updated>2007-06-19T18:59:22.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Oitavo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O jovem Roberto estava disposto a tornar seu primeiro Dia dos Namorados inesquecível. Na manhã do dia anterior, bateu à porta da casa de sua amada Elizete, deixou um pequeno embrulho no tapete e saiu correndo; junto dele, havia um bilhetinho, onde ele pedia desculpas por não comparecer naquele dia e prometia que o dia seguinte compensaria todos os que ele havia faltado. Pedia para, quando se encontrasse com ele, usar o que estava no embrulho: uma sensual calcinha vermelha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao entardecer, antes de ir para o colégio, Roberto voltou à sua casa para esconder o que havia comprado na rua, dentro de seu armário. No dia seguinte, logo de manhã, esperou o marido dela ir ao trabalho e as filhas para a escola, para entrar em ação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Primeiramente, fez o que costuma fazer todas as manhãs. Tomou o café, escovou os dentes. Depois, tirou o que estava escondido dentro de seu armário. Sorrateiramente, saiu de seu apartamento com a sacola nas mãos e bateu à porta da vizinha. Elizete abriu a porta e o deixou entrar. Ela estava particularmente encantadora: do alto de seu 1,60 metro e com toda a sua morenice jambo, estava com os cabelos negros soltos, a boca carnuda molhada, enquanto trajava uma camisetinha branca que lhe salientava os peitinhos pequeninamente sedutores... e, embaixo, a indefectível calcinha vermelha que Betinho lhe dera no dia anterior.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Diante de tão encantadora visão, Roberto se abaixou um pouco e deu um beijinho na boca de Elizete, desejando-lhe um feliz Dia dos Namorados – lembrou-lhe que era o primeiro de sua vida, depois que começou a namorar. E que, por isso, lhe daria um presente inesquecível: uma manhã de amor fantástica. Antes, pediu a Elizete que estendesse alguns jornais na área de serviço. Ela estranhou, mas obedeceu – queria fazer qualquer coisa para estar nos braços de seu amante adolescente, o quanto antes e o maior tempo possível.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Jornais estendidos, os dois se encontraram no quarto. Sentado na cama de casal, Betinho pediu para Zezete tirar a blusa. Ela tirou, e ficou só de calcinha vermelha. Ele a mandou virar de costas, e ela novamente obedeceu. Enquanto admirava de perto a bunda carnuda de sua amada encoberta pelo presente do dia anterior, Roberto tirava algo da sacola, que estava a seu lado. Ele a mandou ajeitar um pouco os cabelos, e colocou algo no pescoço de Elizete. Ela imaginava que ele dava um colar de presente, até que ele a mandou ficar de quatro. Daí, quando sentiu um puxão que lhe deu um apertãozinho no pescoço, ela percebeu que não se tratava de um colar, mas de uma coleira...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Havia motivos para ela ficar brava, mas Elizete ficou mais eufórica ainda! Prontamente, ela ficou de quatro, empinando a bunda em forma de coração, ainda mais com a calcinha vermelha. Ele a mandou engatinhar até a cozinha, enquanto segurava a corda da coleira com uma mão e a sacola com a outra. Enquanto ela engatinhava com graça e sensualidade, sua bunda se assemelhava com um pulsante coração vermelho, visão bem coerente com o Dia dos Namorados.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegando à área de serviço, Roberto deu início à segunda parte de sua manhã inesquecível. Tirou da sacola uma pequena bacia e um saquinho de ração canina. Colocou a ração na bacia e a mandou comer. Enquanto via sua cachorrinha comer a ração, Betinho acariciava-lhe os cabelos negros e encaracolados, e via os biquinhos dos seios quase se encostando ao chão, e o bumbum bem empinado. Como ele estava do lado dela, via novamente no traseiro dela o coração vermelho a pulsar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando Elizete acabou de comer a ração, se deitou no chão e se espreguiçou em cima do jornal estendido. Roberto lhe fez uma “festinha”: coçou-lhe a barriguinha, apalpou-lhe de leve os seios, beijou-lhe a boca e colocou a mão dentro da calcinha, enfiando o dedo na vagina. Ficou assim durante cerca de três minutos. Até que ele tirou o dedo dali, depois a própria calça, a cueca e, em seguida, a calcinha vermelha de Elizete.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Vestida” somente com a coleira, no chão da área de serviço, Elizete se viu novamente nos braços de seu menino, exatamente como ambos queriam. Roberto segurava-lhe pelos ombros, enquanto apertava o sexo de sua amada, continuamente, com seu púbis. Era um sentimento de mão dupla, enquanto o pênis de Roberto entrava e quase saía do canal vaginal de Elizete. Ela emitia gemidos baixos e doces, enquanto ele via os peitos aparentemente pubescentes balançarem por causa dele. Betinho ficou orgulhoso dele próprio quando, no pescoço de Elizete, viu a coleira com seu nome e o número de seu telefone, sobre os pingentes com coraçõezinhos em que havia as letras E e M. Daquela forma, ficava bem claro quem é que mandava naquele instante.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ato consumado, tomaram banho juntos, com um ensaboando o outro, brincando com a água do chuveirinho como dois namorados costumam brincar. Afinal de contas, era um casal que gostava de ficar junto. Enquanto se enxugavam, Roberto perguntou a Elizete como tinha sido o primeiro Dia dos Namorados da vida dela. E ela contou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era o ano de 1982, e ela tinha quinze anos. Dois dias depois de seu aniversário, começou a namorar Marcelo quando ele, muito nervoso e gaguejante, quase vermelho de vergonha, se declarou apaixonado. Elizete nunca imaginou que um jovem tão corajoso e idealista quanto ele, que a conhecera no ano anterior, era tão apaixonado por ela – e, mais ainda, era mais tímido e encabulado do que ela quanto ao amor. No dia 12 de junho daquele mesmo ano, quatro meses depois do início do namoro, ele lhe mostrou diversas poesias, que escrevera naquele mais de um ano e nunca mostradas anteriormente, dedicadas a ela. Eram mais de 20 poemas, declarando o amor pela jovem morena, doce e pequenina, e que queria passar o restante da vida junto a ela. Elizete passou a ter essa certeza também, naquele instante. E, de certa forma, cumpre esse objetivo – afinal, estão casados há 21 anos, e são pais de duas filhas maravilhosas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roberto nasceu pouco mais de dez anos depois do início da história de amor de sua primeira namorada. Quinze anos mais tarde, começava a &lt;em&gt;sua&lt;/em&gt; história de desejo e paixão com aquela que 25 anos antes era a menina do interior, tímida e recatada, doce e delicada, que se revelaria uma fera fogosa que até então estava adormecida. Com o marido Marcelo, Elizete faz amor; com o amante Roberto, dá asas ao seu desejo reprimido durante quatro décadas de vida.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-7745156959254216880?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/7745156959254216880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=7745156959254216880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7745156959254216880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/7745156959254216880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/06/oitavo.html' title='Oitavo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-8037731733908167782</id><published>2007-06-03T03:16:00.000-03:00</published><updated>2007-06-03T03:16:13.048-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sonofilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Sétimo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;- Isso, Manu. Agora, deixa eu levantar seu sutiã.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A menina Emmanuelle, catorze anos recém-completados, corpo de estatura mediana e gordinho, branquinha de longos cabelos castanhos cacheados e olhos verdes, obedeceu ansiosa. Ricardo, dezesseis anos completados no início do ano, levantou o sutiã e buzinou, encantado, os seios alvos, enquanto acariciava os mamilos cor-de-rosa. O rapaz, lentamente, arriou a calcinha florida de Manu. Acariciou-lhe a púbis, de poucos pêlos, cuja cor era a mesma de seus cabelos. Beijou-lhe apaixonadamente a boca, arriou a cueca e mostrou-lhe o pênis ereto. Emmanuelle ficou assustada e corada. Ricardo a tranqüilizou, acariciando-lhe o rosto cheio de sardas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Vamos, Manu... Eu sei que você quer. Vira de costas, vai.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Manu, novamente, obedeceu. Sua bunda gorda e tentadora novamente encantou Ricardo. Ele a mandou apoiar-se sobre os cotovelos, em cima da cama. As nádegas redondas e a vagina rósea da jovem fizeram Ricardo ficar ansioso. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Agora, Manu, fecha bem os olhinhos. Não quero que eles saltem das órbitas. Quero ver esses seus olhos verdes pra sempre...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando ele percebeu, já estava entrando e saindo de Manu. De cima, Ricardo apreciava os cabelos de anjo, o sutiã ainda não aberto e o traseiro suado da jovenzinha, que, muito tímida, apertava os olhinhos durante o ato. Em suas partes íntimas, Ricardo sentia um líquido quente e espesso. Ao perceber que era a hora, tirou de dentro e gozou. Em seu membro derramava uma mistura de esperma com sangue feminino. Ele não queria saber como ela estava, mas Emmanuelle, embora emcabulada, ficou satisfeita com sua primeira vez.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas essa não era a primeira vez de Ricardo. Pelo contrário. Ele não é de contar vantagem, mas calcula que tenha desvirginado mais de dez meninas, desde os treze anos de idade. Até hoje se lembra da sua primeira vez...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde o ano anterior ao de sua primeira transa, ele namorava Marcela, dois meses mais velha e coleguinha de escola – namoro que mantém até hoje. Namoro inocente, de mãozinha dada, mesmo. Ele pode ter o orgulho de dizer que uma menina está constantemente apaixonada por ele – e essa era Marcela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Certo dia, Ricardo foi a uma reunião de colegas de escola, na casa de um deles. Só havia meninos, da turma da sétima série, dentro de um quarto trancado. De repente, um deles (o “dono” da casa), adepto de algumas apostas bizarras, entrou no quarto e perguntou se algum deles tinha feito sexo. Todos responderam que não. Ele disse que a empregada de dezenove anos, chamada Juliana, estava ainda em casa e que ela era bem gostosa. Ele tinha acabado de dar um copo de leite a ela, que não percebera que antes ele colocara um sonífero que tinha acabado de adquirir. Dali a alguns minutos ela sentiria sono.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eram sete meninos no quarto, e o dono resolveu fazer uma aposta. Quem acertasse o maior número de questões para a prova de Geografia da semana seguinte teria o direito de perder a virgindade com a “bela adormecida”. Os meninos só se convenceram disso quando alguém bateu na porta. Era Juliana, se queixando de sono e avisando que iria dormir no quarto de empregada. Ela era uma morena do mesmo tamanho dos meninos, cabelos crespos, seios médios e quadris fartos. Ao virem esse pequeno monumento, eles ficaram loucos de desejo. E rapidamente concordaram com a aposta.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois de sete minutos, Ricardo obteve o maior número de respostas certas e ganhou a aposta. O dono o levou até o quarto da empregada, e aí eles enlouqueceram: Juliana estava deitada de bruços, de &lt;em&gt;shorts&lt;/em&gt; e camiseta (uniforme típico de empregada), uma das pernas fora da cama, com a bunda empinada na frente da porta do quarto. Ricardo, doido, não perdeu tempo: tirou a camiseta e os &lt;em&gt;shorts&lt;/em&gt;, jogando-os no chão. Com Juliana ainda de bruços, não quis nem ver os seios: arrancou-lhe a calcinha, deixando a deliciosa bunda morena de fora.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Juliana não quer sambar&lt;br /&gt;Samba Juliana, samba Juliana, samba Juliana, samba&lt;br /&gt;A Juliana não quer dançar&lt;br /&gt;Dança Juliana, dança Juliana, dança Juliana, dança&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como se fizesse um papai-mamãe (com a única diferença de que ela estava de bruços), sem direito a preliminares, Ricardo enfiou o pau petrificado na vagina da empregadinha do colega de escola. Entrava e saía constantemente, segurando os ombros de sua primeira garota. Olhava as nádegas da menina seis anos mais velha que ele, e viu como se ela estivesse dançando durante o bota-e-tira que ele lhe impunha. Ele fazia uma bunda morena balançar inconscientemente – e, justamente por causa do balançado, os seios saíram sozinhos do sutiã. Enquanto isso, os outros seis pré-adolescentes se masturbavam na porta do quarto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Juliana quando samba é tão bonito&lt;br /&gt;Se requebrando põe a mão no coração&lt;br /&gt;A Juliana quando mostra o seu umbigo&lt;br /&gt;Seu rebolado enlouquece a multidão&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O ato durou cerca de dez minutos. Dez minutos de êxtase juvenil: um deles tendo sua primeira vez, e os outros esperando por esse dia tão sonhado. Não poderia ser naquele dia, porque o efeito do sonífero passaria a qualquer momento.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tem uma ginga de deixar queixo caído&lt;br /&gt;É muita areia pro meu caminhão&lt;br /&gt;De saia curta, estampada ou de vestido&lt;br /&gt;A Juliana apimenta o salão&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Juliana não quer sambar&lt;br /&gt;Samba Juliana, samba Juliana, samba Juliana, samba&lt;br /&gt;A Juliana não quer dançar&lt;br /&gt;Dança Juliana, dança Juliana, dança Juliana, dança&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segura Juliana&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Juli Juli Juli Juliana&lt;br /&gt;Bom Balanço chega e você fica aliviada&lt;br /&gt;Juli Juli Juli Juliana&lt;br /&gt;A galera tá de olho no seu rebolado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Excitado com o rebolado espontâneo de Juli-Juli (àquela altura, ele já se sentia íntimo), Ricardo gozou. Bem, ainda não era uma gozada, porque ele ainda não sabia gozar direito. Ele se assustou ao verificar que havia sangue no pênis... Mas não sentia dor nenhuma, só o prazer pós-primeira vez. Todos os seus colegas haviam se masturbado, também. Houve algumas outras descobertas: uns “gozaram branco”; outros, como Ricardo, “gozaram transparente”...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois dessa primeira vez, Ricardo concluiu que a transa teria mais graça quando a garota estivesse acordada. E não queria ter sua segunda vez com a mesma menina, pois queria novas experiências. Nem queria fazer sexo com a namorada Marcela (apesar de gostar muito dela), pois tinha medo de enjoar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Graças a suas altas notas em Geografia, Ricardo foi escolhido para ser o explicador da matéria para os colegas em dificuldades. Ele dava aulas na sala após as aulas, mas convidava algumas colegas para aprender um pouco mais da matéria em casa. Várias colegas atendiam ao convite, e aprendiam muito mais do que a matéria de Geografia...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Atualmente estudante do terceiro ano do Ensino Médio, Ricardo oferece seus préstimos a alunos do Ensino Fundamental. Ele fatura uns trocados e, quando a aluna é uma menina gostosinha (e, invariavelmente, virgem), ele parte para o ataque, de forma discreta. Acariciava-lhe os cabelos, elogiava a beleza da menina, fazia todo um jogo de sedução. E as meninas, na flor da idade e loucas pra transar, cediam às tentações... com a imposição de que não contassem a ninguém. Elas, como que encantadas, obedeciam.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao mesmo tempo, pensava na amada Marcela. Dois meses mais velha, dona de um corpo bonito e virgem por opção. O grande sonho dela é se casar virgem. Ricardo, apesar de temer o “enjôo”, respeita a opção da garota que é sua namorada há quatro anos. Mas parece cada vez mais dependente de afeto. E a sua visão de “afeto” é bem particular.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-8037731733908167782?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/8037731733908167782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=8037731733908167782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/8037731733908167782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/8037731733908167782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/06/stimo.html' title='Sétimo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-5508389988561635428</id><published>2007-05-13T02:25:00.000-03:00</published><updated>2007-05-13T02:39:24.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lesbos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vendendo Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Sexto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Carolina Bezerra Palmares, 39 anos, é secretária bem-sucedida de uma grande empresa no centro da cidade. É casada há 18 anos com o ginecologista Edgar Palmares, e é mãe do jovem Roberto, 15 anos. Ela considera o seu casamento feliz, alternando as noites de amor junto ao marido com os momentos ardentes com as amantes, principalmente as de seios fartos e quadris largos e convidativos – estes são mais bem aproveitados por Carol.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ela gosta dessa vida dupla, desde que a época em que uma homossexualidade como a sua era vista com olhos antipáticos e dispostos a achar escândalo em qualquer coisa. O gosto pelos seios vem da infância – ela mamou no peito da mãe até os onze anos! Até aquela época, ela acordava no meio da noite, depois de algum sonho ruim, e caminhava chorando até o quarto da mãe queixando-se de fome. Sempre disposta a consolar a única filha (de pai jamais revelado), Dona Marisa, mãe e pai ao mesmo tempo, dava-lhe o peito. Como Marisa amava essa doce criatura! Que mãe devotada e carinhosa, era ela!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sempre havia um pouco de leite em seus seios, tamanho o amor que Marisa reservava a sua doce Carol, numa prova cabal de vitalidade de mãe. Na verdade, o leite acabou quando a filha tinha nove anos, mas Carolzinha continuou levando a boca ao peito materno por mais dois anos. Elas gostavam desse momento íntimo, de pura cumplicidade entre mãe e filha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Essa fase acabou naturalmente. Logo depois, chegou a vez de Carol querer levar a boca a outras glândulas mamárias. Isso tudo coincidia com o crescimento de seus próprios seios. Aos doze, &lt;a href="http://contosintimos.blogspot.com/2007/03/terceiro.html"&gt;teve sua primeira namorada&lt;/a&gt;, a vizinha Lavínia, três anos mais velha. Mas ela não conta, pois era fácil de dominar. Além do mais, tinha seios pequenos, menores que os de Carol. Em compensação, tinha quadris largos e nádegas fartas, o que fazia Carolina ter prazer em dominá-la. Sempre que elas faziam amor, Carol tomava as rédeas da situação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Voltando às eras atuais, Carolina se mostra uma excelente esposa e mãe, como convém a uma mulher moderna. Mostra-se também uma amante para suas jovens colegas de trabalho, estagiárias dispostas a novas experiências – e que, pelo visto, lhes agradam, pois Carol sabe usar a boca e a língua como ninguém... Ela procura por pares de seios onde ela se perca por horas a fio, e é altamente criteriosa. Se o peito for natural e o biquinho estar duro de excitação, é a perfeição absoluta. Ultimamente, ela se encanta com os seios, o bumbum, os cabelos, a estatura mediana, o sorriso de uma jovem prostituta, gordinha mas bonitinha, chamada Misty. Nome de guerra, claro. Há cerca de dois anos, ela é uma de suas clientes mais constantes e fiéis. A intimidade é tão grande que, um dia, Carol se deu o luxo de perguntar qual era o nome verdadeiro dela – só sabia a sua idade, 26 anos, e que ela fazia aniversário em dezembro. A jovem, porém experiente, meretriz (quase sua namorada) revelou a Carol seu nome de batismo: Liliane. Elas trocam presentes de aniversário e de Dia dos Namorados, também.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nos últimos tempos, Carolina reparava nos seios das meninas adolescentes que circundavam sua vida. Como os de Marcela, 16 anos, a filha da vizinha, que eram seu sonho de consumo, fartos e aparentemente saborosos. A jovem vizinha tinha quadris bem vistosos e naturalmente balançantes, fazendo Carol sonhar desejando possuí-la algum dia. Ela não gostava de ver Marcela com o namorado, pois sentia ciúmes. Claro, Carol era discreta. Outra que, mais recentemente, povoou os sonhos de Carol foi uma colega de turma de seu filho Roberto. Também era bonitinha e gordinha como sua namoradinha Misty, mas, diferentemente desta, de olhos e cabelos castanhos, aquela era loura e de olhos penetrantemente verdes. Era Patrícia Gruenwald, o nome dela, mas seus desejos a apelidavam de Pat.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Carol viu Pat pela primeira vez poucos meses antes, na festa em que ela completava quinze anos, em que ela e o marido acompanharam o filho, convidado. Logo se encantou com o jeito meigo porém decidido da adolescente, com um corpo parecido com o de sua “profissional do amor” favorita, mas com um pouquinho mais de carne. Os seios e o bumbum (fartos e empinados) eram um pouco maiores que os de Misty, e ela tinha doze anos a menos. Desde então, Carol ficou encantada com a menina.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A grande chance de demonstrar todo o seu amor sorriu a Carolina quando o filho Roberto recebeu dois colegas: Pat e Ferdinando, que iria completar quinze anos dali a alguns meses. Era uma manhã de sábado, e os três colegas se reuniram para fazer um trabalho de grupo. Os dados foram coletados somente pela manhã, mas os dois visitantes ficaram o dia todo no apartamento da família Palmares, até o anoitecer. Nesse restante de tempo, os três se divertiram: almoçaram, lancharam, jogaram videogame, viram TV... Foi uma jornada proveitosa. Daquele dia em diante, a mãe de Roberto (uma “coroa” bonita, simpática, peituda, bunda gostosa, olho verde...) virou a musa de Ferdinando, povoando seus melhores pensamentos. No meio do dia, Ferdinando pediu para ir ao banheiro. Trancou-se, e viu uma calcinha preta pendurada na janela do lavabo. Excitado, pegou a roupa íntima de Dona Carolina e a fez acariciar o próprio rosto. Logo depois, a fez acariciar as partes íntimas... Um momento único. Os melhores oito minutos de sua vida. Mas essa já é outra história... Qual adolescente jamais sonhou em perder a virgindade comendo a mãe do colega de escola? Ah, a juventude!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegou o momento da despedida. Carol se ofereceu pra levar os dois colegas de Roberto, de carro, a suas casas, e assim o fez. Primeiramente, deixou Ferdinando na porta de casa – nem desconfiava que o menino levava escondido no tênis a calcinha dela, melada de esperma. A casa de Pat era um pouco mais longe. E essa era a grande chance de Carol realizar seu mais novo sonho. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No meio do caminho, havia um local deserto, quase nunca freqüentado. De repente, parou o carro neste local. Patrícia ficou assustada a princípio. Carolina, com as mãos no volante, começou a conversar com ela sobre Roberto, e perguntou se Patrícia gostava dele. Pat respondeu que Roberto era um bom amigo, e que não estava apaixonada por ninguém. Depois, Carolina começou a falar de brincadeiras de infância, e de uma em particular de que ela gostava de brincar...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Patrícia... Posso te chamar de Pat?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode, tia Carolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não precisa me chamar de “tia”. Aliás, nem de “dona”. Pelo menos enquanto estivermos sozinhas, pode me chamar de Carol. Quero que as amigas do meu filho sejam minhas amigas também. Combinado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Combinado, ti... Digo... Carol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe, Pat, quando eu era um pouco mais nova que você, eu gostava de brincar de uma coisinha com minhas colegas, especialmente com as mais bonitas, assim como você. Naquela época a gente podia brincar até altas horas... Enfim, eu gostava de uma brincadeira chamada “vamos comparar os peitos”. Sabe aquela brincadeira em que um menino compara o pintinho dele ao de outro? Então, eu gostava de comparar os meus peitos aos de minhas amigas. Como os meus peitos já eram grandes aos 12, 13 anos, eu ganhava de quase todas as minhas amigas!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Interessante... – disse Pat, já meio assustada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina começou a desabotoar a blusa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu fazia assim: abria a blusa, depois levantava o sutiã... Olha os meus peitos. E sabe quantos anos eu tenho? 39! Você achou meus peitos bonitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito... – disse Pat, admirada com os fartos seios de Carol.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Eu quero que você seja minha amiga, Pat. Nem que seja por uma noite. E não vou desistir enquanto você não aceitar minha amizade. Posso ver seus peitos? – perguntou Carol, acariciando-lhe as louras madeixas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Meio que timidamente (e sem alternativa), Pat atendeu ao pedido de sua mais nova amiga. Tirou a blusa, levantou o sutiã cor-de-rosa cheio de bordados e mostrou os seios, branquinhos, com os bicos róseos, que deixaram Carol encantada, fazendo-a acariciar as mamas da adolescente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto suas mãos estavam nos seios da menina, Carol beijou a boca de Pat, dando vazão a sua paixão. Patrícia resistiu um pouco no início – mas, poucos segundos depois, fechou os olhos e se deixou levar, enquanto sentia a gelada aliança de Carol roçando-lhe o seio direito. Logo depois, Carol beijou-lhe o queixo, o pescoço, o colo... Até que finalmente levou a boca aos seios da jovem. Cerca de cinco minutos em cada seio, recordando a infância insone e sedenta de leite materno, enquanto abaixava a calcinha da sua mais nova amiga. Beijou barriga, umbigo, virilha... Levou a boca aos pêlos pubianos tão louros quanto os cabelos de Pat, e aos lábios vaginais que faziam a vulva da jovem parecer-se com uma rosa. Daí em diante, uma noite inesquecível se desenhava dentro daquele carro, num local ermo no meio da noite. Era bem perigoso ficar ali, mas o perigo excitava. Ato consumado, as duas ainda nuas dentro do carro, Patrícia ligou para casa, pelo seu celular cor-de-rosa, avisando à mãe que estava voltando para casa. Depois que Pat desligou, ela e Carol ficaram uns cinco minutos se acariciando, cada uma sentada em seu banco. Carol disse achar uma pena que tinha sido tão rápido, pois se dependesse dela curtiria aquele momento a noite inteira. Elas se vestiram e Carol ligou o carro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dez minutos depois, Carolina deixou Patrícia na porta de casa. Elas se despediram, e a mãe de Roberto foi para o seu lar. Antes daquela noite, Patrícia nunca beijara alguém, quanto mais ter feito sexo. Perdeu a virgindade de uma maneira tão inimaginável quanto inesquecível. Antes daquela noite, Carolina nunca fizera sexo com alguém tão mais jovem que ela. Patrícia Gruenwald era menor de idade, e Carolina Palmares poderia ser presa por corrupção de menor. Mas Carol, 39 anos, e Pat, 15 anos, desde aquele dia, quando sozinhas uma com a outra, eram amigas. Tinham segredos que não revelariam a mais ninguém. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-5508389988561635428?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/5508389988561635428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=5508389988561635428' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/5508389988561635428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/5508389988561635428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/05/sexto.html' title='Sexto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-1166869396295419303</id><published>2007-04-23T02:58:00.001-03:00</published><updated>2007-04-23T03:08:58.396-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Quinto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O jovem Roberto Palmares, de quinze anos, costuma curtir ao máximo seus momentos com a primeira namorada – assim como todo jovem de sua idade, que age quando encontra o seu primeiro amor. A sua amada, a pequena Elizete, gosta muito desses momentos, e também os aproveita da forma mais intensa possível. O casalzinho só acha uma pena que, apesar de serem vizinhos de porta, não possa aproveitar tais momentos com toda a intensidade que a paixão exige. Na verdade, só na parte da manhã, quando o marido de Elizete, 40 anos, está trabalhando e as filhas dela estão na escola.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A paixão entre os dois é um tanto quanto reprimida, mas vivida à máxima potência quando as circunstâncias lhes são favoráveis. Depois de Elizete (ou Zezete, como Roberto carinhosamente a chama quando os dois estão sós) ter conhecido um &lt;a href="http://contosintimos.blogspot.com/2007/02/segundo.html"&gt;contato íntimo verdadeiro&lt;/a&gt; através de Roberto um pouco antes do Carnaval (e de uma viagem que ela faria com a família), o que nunca conhecera em 21 anos de casamento (o marido era, sim, o grande amor de sua vida, e continuava sendo, é bom que se diga), ela passou a considerar Betinho o namoradinho que gostaria de ter tido na adolescência – mas, de fato, ele é seu amante. E que amante!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante a tal viagem com a família (marido e as filhas, uma de 16 e a outra de quase 11 anos) durante o Carnaval, Elizete só pensava (sem revelar a ninguém, claro – a boa esposa que tem ou quer ter um amante que faça sexo melhor que o marido tem que ser, acima de tudo, uma boa fingidora) em voltar para casa, e sentir que ainda estava sendo desejada por aquele jovem vizinho que perdeu a virgindade quase a violentando na mesa da sala de estar de seu apartamento. O Carnaval passou, a família voltou no domingo seguinte (o colégio onde o marido de Elizete trabalha como professor deu uma semana de folga, o que fez com que ela ficasse quase agoniada) e, um dia depois, a boa esposa e boa mãe finalmente matou as saudades de seu jovem e ardoroso amante, que estudava à noite.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na manhã de segunda-feira, Roberto decidiu visitar novamente o apartamento da vizinha. Ele já estava ansioso para voltar a ver a mesa da sala de estar onde a sua primeira vez se consumou, mas queria escolher o lugar onde seria a segunda vez. Primeiramente, foram ao quarto do casal, conferindo a cama onde Elizete dormia com o marido. Antes do primeiro adultério, aquele era um lugar sagrado. Mas havia, naquele momento, outras prioridades para serem estabelecidas, e ela estava em busca de novas experiências. Afinal de contas, os namoradinhos não têm segredos, algumas vezes?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Diante da cama de casal, Roberto disse, enquanto segurava Elizete, que estava de costas, pelos ombros, que iria conhecer um pouco mais a casa – e se ela gostava dele, deveria ficar de quatro, somente de sutiã, em cima do colchão quando ele voltasse. Deu-lhe um tapinha no bumbum, saiu do quarto e foi visitar os das filhas dela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Primeiramente, o quarto de Marcela, a filha mais velha. Aparência aconchegante, com tudo que uma jovem de 16 anos quer. TV, DVD, computador, mural com fotos dos amigos, com direito a uma foto dela com o namorado, com quem ela está desde os treze anos, com uma apaixonada declaração de amor. Foi ao armário. Abriu as gavetas. Sutiãs, calcinhas. Limpinhas e cheirosinhas. Foi à cama. Não gostou, colchão mole demais. Foi à cabeceira. Livros de Matemática, História, Física, Geografia. Viu uma agenda. Abriu-a. Havia marcações de estudos, cinema com o namorado, festas, datas de quando ocorreram as regras de menstruação. Uma foto dela, sorridente, fazendo cara de menina sapeca, sentada e de pernas semi-abertas (posição espontânea), fazendo um V com a mão direita, de biquíni listrado horizontalmente em vermelho e amarelo, em que os seios fartos se destacavam, e os lábios vaginais pareciam sorrir para quem olhasse a foto. Roberto retribuiu o sorriso. O de baixo, claro. Entre as declarações pessoais de Marcela contidas na agenda, uma delas, escrita durante a viagem à terra natal da mãe, chamou-lhe a atenção: era uma da qual a morena se orgulhava de manter sua virgindade, e gostava do namorado por compreender seu desejo de esperar a hora certa. A data era 19 de fevereiro, por coincidência dia do aniversário de Roberto – e uma semana depois dele próprio perder a virgindade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois, Roberto foi ao quarto de Mariana, a caçula. Quarto típico de uma menina que começa a deixar a infância e ingressar na pré-adolescência. Bonecas, casinha de brinquedo, maquiagem brilhante, paredes predominantemente cor-de-rosa. Abriu as gavetas do armário. Muito mais calcinhas que sutiãs. Foi à cama. Colchão muito melhor para a prática do amor do que o do quarto de Marcela. Viu a cabeceira. Muitas bonecas, principalmente Barbie e seus acessórios de que toda menina gosta. Um porta-retratos, com uma foto dela quando bebê com a irmã, que ainda tinha seis anos. Um espelhinho do mesmo tamanho do porta-retratos, emoldurado com motivos do desenho &lt;em&gt;A Pequena Sereia&lt;/em&gt;. Sentou-se na cama, olhou para baixo e viu que estava em ponto de bala. “Preliminares” feitas solitariamente, nos quartos das duas meninas, escolheu o lugar onde se daria a terceira vez. Levantou-se e foi para o quarto do casal – do qual, naquele momento, seria a metade masculina.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegando ao quarto, verificou o quanto sua pequena Zezete gostava dele: ela estava de quatro em cima da cama, somente de sutiã, exatamente como ele tinha mandado. Foi uma sensação excitante quando ele viu aquela bunda nua virada para a porta do quarto, com sua dona esperando pacientemente por seu menino amante. Diante da cama de casal, arriou a cueca e deixou o pênis ereto à mostra. Ajoelhou-se na cama e só parou diante das fartas nádegas de Elizete. Como as “preliminares” tinham sido feitas nas visitas aos quartos das filhas dela, através da atmosfera que os cercava, foi direto ao assunto. Enfiou o membro na vagina, sem amor, mas com desejo de sobra.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O constante entra-e-sai recebido, de um jeito que só tinha experimentado uma única vez na vida, fez Elizete colaborar para uma cópula mais satisfatória, balançando o corpo até seus seios de adolescente saírem do sutiã e sacudirem livres. De repente, Roberto tirou o membro, virou-a de frente e matou as saudades dos peitinhos juvenis de Zezete. Vendo-a deitada e arfante, disse-lhe que seus peitinhos eram tão pequenininhos que eles sumiam quando sua dona se deitava – e que, não fosse o sutiã e os longos cabelos negros e encaracolados soltos, poderia pensar que se tratava de um menininho. Mas olhou para a parte de baixo do corpo de sua amada. A púbis peluda. A carinha de garota, aliás, bem parecida com as das filhas. Passou a vê-la, então, como uma inocente menina, apenas no seu segundo ato sexual com seu primeiro amor, dentro de um corpo de mulher. Ele poderia até se apaixonar por ela, imagine!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A glande peniana estava acinzentada, quase a explodir. Roberto teve uma idéia: iria ficar por ali e queria que sua pequenina desse um beijinho de despedida. Elizete, em 40 anos de vida, nunca tinha feito sexo oral – mas o momento era de novas experiências, não era? Era uma novidade para ela, e também para ele, que estava no comando da situação. Roberto estava ainda sentado no colchão, na beira da cama. Zezete se levantou da cama e se ajoelhou diante de Roberto. Abaixou-se em direção ao membro ereto, levando a boca a ele. O ato durou cerca de três minutos. Era a primeira vez que ambos sentiam essa sensação. Roberto delirava de prazer ao acariciar os cabelos de sua primeira namorada enquanto ela beijava-lhe as partes íntimas, seus seios roçavam-lhe as pernas e seu bumbum estava empinado enquanto ela ficava de joelhos. De seu ângulo de visão, as nádegas de Zezete formavam um pulsante coração – e ele sentiu que o amor estava ali, naquele momento, quando Elizete sentiu o sabor que Roberto tinha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na manhã seguinte, a terceira vez foi no quarto da caçula Mariana, exatamente como o jovem Roberto planejara. Fez a mesma coisa do dia anterior – com Zezete de quatro, somente de sutiã, mas com Betinho podendo ver, de perfil, os peitinhos da namoradinha saltarem do sutiã, balançando como gelatina (e como Roberto gosta de ver os peitinhos da pequenina Zezete balançando enquanto eles fazem amor!) através do espelho da cabeceira, aquele enfeitado com personagens do desenho &lt;em&gt;A Pequena Sereia&lt;/em&gt;. Pela segunda vez, Betinho gozou dentro de Zetinha. E foi em cima da cama da “enteada” de quase 11 anos que Roberto fez Elizete voltar à infância e brincar do que nunca tinha brincado – e de um modo bem diferente do habitual nas brincadeiras infantis... Esse é, até hoje, o palco predominante das carícias e dos contatos entre o casal, nas manhãs em que os dois se amam. Ele, sendo um jovem, e ela, querendo recuperar o tempo perdido, usam aquele espaço pra brincar. Eles brincam de faroeste (ela é o cavalo e ele é o caubói), de motoca (ela é a moto e ele é o motociclista), de posto de gasolina (ela é o carro, ele é o frentista e o que o amigo leitor está pensando é a mangueira de combustível)... Às vezes rolava uma brincadeirinha de papai-mamãe, com os dois abraçadinhos na cama de casal... Ou também em pé, na cozinha, bem baixinho para a vizinhança não desconfiar de nada... A imaginação não tinha fronteira para aquele simpático casal de namorados, que só querem saber de curtir a vida – enquanto estão a sós, aproveitando-a intensamente. Quando a tarde chega, os dois voltam a suas vidas normais, principalmente por causa da volta do marido professor e das filhas estudantes do colégio: ela volta à vida de dona-de-casa, esposa carinhosa e mãe atenciosa; ele volta à vida de estudante de Ensino Médio em busca de um futuro produtivo. Assim é a vida.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-1166869396295419303?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/1166869396295419303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=1166869396295419303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/1166869396295419303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/1166869396295419303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/04/quinto.html' title='Quinto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-8297917095765798813</id><published>2007-04-08T01:28:00.001-03:00</published><updated>2007-04-08T01:51:23.326-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sonofilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Fantásticas Aventuras de Malu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><title type='text'>Quarto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um feriadão inesquecível se desenhava para a família Gouveia – principalmente para as irmãs Maria Helena e Maria Lúcia. Afinal de contas, a mais velha, Maria Helena, inauguraria a casa de fim-de-semana, que ficava ao pé da serra, que construíra ao lado do marido Edivaldo Serejo, um bem-sucedido executivo especializado em negócios de exportação. A ocasião também serviria para comemorar os 25 anos de casamento dos autores do projeto, que só lamentavam que a única filha, Carla Cristina, 22 anos, não tivesse conseguido chegar da Bélgica, onde estudava Física e morava com o noivo, diretor da sucursal da empresa do sogro em Bruxelas. Houvera um sério problema no aeroporto, e a viagem acabou por ser cancelada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Maria Helena, no alto de seus 47 anos, e a irmã Maria Lúcia (ou simplesmente Malu), três anos mais jovem, são unidas, amigas e cúmplices desde a infância. Nada mais justo que Malu fosse a convidada de honra da inauguração da casa da serra. A idéia foi prontamente aceita e ela convidou a família. Formada em Arquitetura, Malu é casada com o bancário Clécio e tem dois filhos: Cristina, uma bela jovem de 20 anos (ela e Carla Cristina eram netas da falecida Maria Cristina, que desta forma foi homenageada pelas duas filhas – assim, para diferenciar, a filha de Helena era chamada de Carlinha e a de Malu era chamada de Cris), estudante de fisioterapia; e Leonardo, de 16, estudante do último ano do Ensino Fundamental, apesar da idade avançada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como a casa nova é bem grande, as irmãs resolveram convidar uma quantidade respeitável de pessoas. Elas e os maridos eram o pelotão de frente. Os filhos de Malu também aceitaram o convite. Cristina pediu para levar o namorado Luiz, no que foi atendida. Compensando a ausência da única filha, Helena e Edivaldo resolveram convidar o jovem Pedro, 19 anos, filho de uma grande amiga que falecera alguns anos antes. Com essas oito pessoas, a festa estaria completa. Numa tarde de sexta-feira, os convidados chegaram à casa da serra e se impressionaram com a beleza do lugar. Dois andares, quatro quartos, um banheiro em cada quarto, piscina, churrasqueira, TV por assinatura... Tudo do bom e do melhor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Leonardo não costuma sair de casa. Aliás, é arredio e tido por muitos como anti-social e mesmo como um garoto-problema. Com dezesseis anos, estava ainda na oitava série! Além disso, ainda era virgem, enquanto muitos de seus colegas de classe, dois anos mais jovens, já haviam transado pela primeira vez. Os próprios pais estranharam quando ele aceitou o convite. Mas havia um motivo especial para Leonardo aceitá-lo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando tinha doze anos, Leonardo estava em mais uma de suas várias visitas à casa dos tios. Na ocasião, era a comemoração dos 18 anos da prima Carla Cristina. À época, Léo ainda tinha dúvidas quanto a sua sexualidade, o que é comum em pré-adolescentes. De repente, viu a tia e a prima de costas, debruçadas na janela, olhando a paisagem. Aqueles bumbuns redondos, em forma de coração, que pareciam sorrir para ele, lhe fizeram não prestar atenção em mais nada. Seu pintinho endureceu. Leonardo correu para o banheiro, trancou a porta e acariciou a genitália, pensando e se deliciando com a cena que acabara de presenciar. Daquele momento em diante, o gosto por mulheres passou a ser uma certeza.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Voltando ao presente... Léo foi reparando mais nos corpos da tia e da prima. Quatro anos se passaram e Maria Helena, quase com meio século de vida, continuava justificando os desejos do sobrinho. Os seios continuavam levantados, não sentiam o peso da idade. E o traseiro continuava a mesma delícia de quatro anos atrás. Isso ficou evidente quando ela se abaixou, na frente dele, para pegar um suco na geladeira. Ele foi ao delírio completo – mas como era discreto, ninguém percebeu. Dentro de seus pensamentos, ele só lamentava que a prima Carlinha – que estava mais gostosa que nunca, segundo ele – não tivesse vindo ao Brasil. Teria a chance de reviver a cena que marcou sua pré-adolescência.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Já Pedro, estudante de Filosofia, era mais extrovertido. Filho de uma velha amiga de Maria Helena, morta num acidente aéreo três anos atrás, foi praticamente adotado como um filho por ela. Boa-pinta, era namorador (Carlinha perdeu a virgindade com ele, aos 17 anos – ele tinha 14 e a perdera no ano anterior, com a primeira namorada: a empregada da casa, 26 anos, casada e mãe de uma filhinha de três anos), mas também era apaixonado por sua grande musa Cristina, a quem tinha visto poucas vezes, mas o suficiente para, pela primeira vez na vida, pensar em fazer sexo com amor. Quando soube que ela também viajaria, aceitou prontamente o convite – embora tenha achado uma pena (claro que não disse nada a ninguém) que Cris tenha resolvido levar o namorado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pedro esperava conquistar Cris pela lábia, pela manha, pelo seu poder de sedução. Mas o namorado dela, que era bem forte, não saía do pé dela de jeito nenhum. Principalmente dentro da piscina, onde ela estava vestida com um sensual biquíni preto com florzinhas coloridas. Luiz e Cristina se beijavam loucamente na piscina, e Pedro tentou esperar – mas pouco tempo depois percebeu que seria inútil.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Já Leonardo guardava para si suas verdadeiras intenções – e estava a ponto de pô-las em prática. Alguns dias antes da viagem, ele soube ouvindo uma conversa entre os pais que a tia Maria Helena costumava usar remédios para dormir depois das 13 horas, pois costumava deitar muito tarde (por cerca de meia-noite) e acordar cedo (mais ou menos às cinco da manhã). Só dormia cerca de cinco horas por noite. Fazia as tarefas e, à tarde, tomava uma dose de remédio e dormia por mais cinco horas, em média. Depois que soube disso, aceitou prontamente o convite para viajar à casa nova dos tios no interior.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era tarde de sábado. O churrasco rolava solto no jardim da casa. Os oito convidados estavam lá. Diversão total. Depois do almoço, Maria Helena avisou que teria que dormir. Leonardo ficou de espreita, e esperou cerca de uma hora. Discretamente como sempre faz, saiu do jardim e entrou na casa, sem que mais ninguém notasse. Subiu as escadas, entrou no quarto de Maria Helena e trancou a porta. A tia estava na cama, dormindo profundamente de ladinho, com a embalagem de remédio na cabeceira. Antes de pôr seu plano em prática, Leonardo testou o ambiente. Aproximou as mãos da bunda dela, seu grande objeto de desejo, e a apertou como se a buzinasse. Delírio total. A tia Helena continuava dormindo como uma pedra. Foi para o outro lado da cama e fonfonou os seios dela, que eram nem grandes nem pequenos, no ponto. Depois se deitou ao lado da tia, aproximou-se do ouvido e sussurrou algumas safadezas, referentes a ela e a Carlinha, dizendo ser uma grande pena que ela não estivesse ali, para que ela visse a cena sem nada poder fazer. Nada aconteceu – Helena continuava dormindo profundamente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Leonardo viu que a situação lhe era favorável, e entrou em ação. Aproveitou que ela estava quase de bruços e, lentamente (não queria arriscar), arriou as calças dela e, depois, a calcinha. Finalmente estava diante de seu grande objetivo: o bumbum redondo, em forma de coração, da tia Maria Helena. Botou o instrumento (àquela altura, duro como uma pedra) para fora e começou a se masturbar, enquanto via aquela maravilha que resistia ao tempo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois de escalavrar a chapeleta durante cinco minutos, Leonardo enjoou da bunda da tia e, lentamente, a virou de frente. A xereca peluda estava exposta, mas o sobrinho tarado queria mais. Levantou a blusa de Maria Helena e viu os seios dignos de quem tinha muita história pra contar. Masturbou-se por mais alguns minutos e se sentia realizado, mas... De repente, teve uma idéia. Olhou para baixo e viu que sua glande estava roxa e a um passo de ejacular. Viu naquela conjunção de fatores a grande oportunidade de, enfim, perder a virgindade e parar de se sentir humilhado. Não era a maneira mais correta, mas ele não sabia se um dia iria ter outra oportunidade... Além do mais, ninguém iria perceber. Estava todo mundo ali embaixo, se divertindo... A tia Helena ainda não tinha acordado...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A calça e a calcinha dela estavam à altura dos joelhos. Tirou-as lentamente. Depois se ajoelhou na cama, levantou as duas pernas dela e se posicionou diante da vagina, com o pênis ainda ereto, quase explodindo. Inicialmente, queria colocar somente a cabecinha dentro da xoxota, chegou a botar e tirar somente a pontinha, mas logo depois tomou coragem e enfiou o pau inteiro. Dois segundos depois, esporrou-lhe o canal uterino. Nunca, em toda a sua vida, Leonardo se sentira tão feliz e realizado. Pela primeira vez na vida, tinha uma mulher somente para ele – e uma mulher que o conhecia desde a infância...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A tia Maria Helena, uma das duas que foram as primeiras musas de sua vida, era para Leonardo a sua primeira mulher – ainda que ela não tenha percebido isso. Lentamente, se limpou com um lenço que carregava no bolso. Vestiu a tia devagarzinho, como que querendo se lembrar deste momento para sempre. Ela seguia dormindo como um anjo. Léo destrancou a porta e saiu do quarto. Na sua obsessão doentia por realizar seus desejos de formas pouco honrosas, pensava: “Será que a Carlinha também toma remédio pra dormir?”. Foi para o quarto que estava reservado a sua família, deitou-se na cama e dormiu profundamente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto isso, na parte de baixo, perto da piscina, o clima era de fim de festa. Cristina e Luiz tinham ido passear pela cidade. Edivaldo, sem desconfiar que a mulher com quem é casado há um quarto de século acabara de ser estuprada pelo sobrinho durante o sono, limpava a sujeira, disposto a se juntar ao seu grande amor na cama. Clécio, de ressaca, dormia no sofá da sala. E Pedro, frustrado por não conseguir conquistar o coração de Cris porque o namorado dela não saía de seu pé, circulava pela casa. Durante o passeio, viu Maria Lúcia sentada nas cadeiras no meio do jardim.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como não fazia nada naquele momento, sentou-se junto e começou a conversar com Malu. Ela falava sobre como ajudou a irmã a construir o local, aproveitando-se de sua formação em arquitetura, e o convidou a conhecer um pouco mais a casa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nos fundos do imóvel, havia um canil ainda vazio. O sonho de Maria Helena é criar cães de raça, e a estrutura do tal canil era muito boa, com espaço para variadas espécies. Os dois entraram lá, Malu fechou a porta e acendeu a luz. Pedro ficou maravilhado com o que Malu lhe mostrava. De repente, Malu lhe fez a seguinte pergunta:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Pedrinho, você tem namorada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No momento, não... Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nada, só queria saber... Quantos anos você tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dezenove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Só? Mais novo que minha filha... O namorado dela também é. Ele tem dezoito. Você estuda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filosofia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E assim a conversa continuou, com Malu impressionada pelo fato de o rapaz estudar Filosofia, o que não é muito comum. Três minutos depois, ela perguntou se ele gostaria de ter uma namorada. Ele respondeu, só de brincadeira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, pois, sinceramente, tô matando cachorro a grito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum, que bom que a gente está dentro de um canil. Pode se satisfazer com a cachorra aqui – disse Malu, enquanto levantava a parte de cima do biquíni. – Vem, meu cachorrão!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Daí em diante, foi uma festa de luxúria dentro do canil projetado pela arquiteta Maria Lúcia Gouveia da Costa, casada há 22 anos com o bancário Clécio Martins da Costa e mãe de Cristina e Leonardo, mas que se divertia de vez em quando com uns garotões (às vezes com uns garotinhos também, não raro com uns coleguinhas de escola do filho caçula, que tinham 14 ou 15 anos – ter filho repetente também tem suas vantagens) que cruzavam seu caminho. O jovem Pedro, livre e desimpedido, era apenas mais um. Inspirado pela atmosfera do local, o jovem a fez ficar de quatro, com a bunda empinada e os pêlos do cu arrepiados, sentindo o &lt;em&gt;tlec-tlec-tlec&lt;/em&gt; dos testículos a bater em suas coxas e os peitos balançando à medida que o pinto de Pedro entrava e saía de sua vulva. A cópula durou cerca de onze minutos. Depois de gozar em direção ao útero, ele lhe fez a pergunta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe a falta de educação, mas... Quantos anos você tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quarenta e quatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que delícia... Percebeu que muitos cachorrinhos vão foder várias cachorrinhas aqui, igualzinho ao que acabei de fazer com você?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Malu, ainda de quatro e sentindo o pau gozado de Pedro dentro do canal uterino, riu ao ouvir a espirituosa pergunta do rapaz. Os dois saíram juntos do canil, e cada um foi para o seu lado. Clécio ainda dormia no sofá da sala, Edivaldo subira para o quarto e Maria Helena descia as escadas, rumo à cozinha, onde Malu estava para conversar com a irmã sobre as coisas da vida. Pedro subiu para o quarto reservado a ele, onde foi assistir televisão. Entardecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À meia-noite e meia, Cris chegou à casa. Comeu um lanche que preparou na cozinha. Depois, subiu as escadas e foi ao quarto onde Pedro estava, o único com a porta aberta. Todos os outros estavam em seus respectivos quartos e em suas funções noturnas (no quarto dos donos, Edivaldo e Maria Helena faziam amor como fazem há 25 anos; no dos visitantes, Clécio roncava enquanto Malu pensava o quão bom foi o uso que Pedro fez de sua genitália... No quarto da prima Carlinha, na parte de cima do beliche – Cris dormiria na parte de baixo – Léo se vangloriava em silêncio da perda de sua virgindade), somente Pedro nada fazia, assistindo TV. Ela lhe deu um oi e se sentou ao lado dele na cama. Enquanto Cris estava distraída, Pedro notou que muitas coisas nela eram idênticas às da mãe dela. Os cabelos, os olhos, a boca, grande parte do corpo... Havia várias diferenças, claro, mas também havia o fato de aquela bela criatura ter surgido de alguém tão delicioso... E o orgulho de ter explorado essa fonte viva da juventude. Mas Pedro deu por falta de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cadê seu namorado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já voltou pra casa. O menino vai ter que trabalhar em pleno domingo de feriado, acredita? Pô, ninguém merece.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pedro sorriu. Por um simples motivo: sabia o que fazer com o seu poder de sedução.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-8297917095765798813?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/8297917095765798813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=8297917095765798813' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/8297917095765798813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/8297917095765798813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/04/quarto.html' title='Quarto'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-4684306447560983755</id><published>2007-03-08T13:21:00.001-03:00</published><updated>2007-03-08T13:25:50.478-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lesbos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Terceiro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;- Bebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bebe o quê, Carol?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que eu vou soltar agora. Agora, bebe que eu tô mandando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina, menina de doze anos, estava sentada sobre a boca de Lavínia, de quinze, enquanto puxava seus cabelos com força. As duas meninas estavam nuas, em cima da cama do quarto da casa de Lavínia. Carol, durante a consumação do ato (o primeiro de ambas), obrigara Lavínia a chupar-lhe a vagina com força, como se fosse um sorvete de chocolate – estava sentada sobre a cabeça da amiga, impondo-lhe todo o peso sobre ela. Com a boca e a língua espetadas por causa dos crescentes pêlos pubianos de Carol, Lavínia começava a chorar, num misto de dor, pavor e tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bebe, sua cachorra – ordenava Carol, em tom de desafio. – Entre nós duas é assim: eu mando, você obedece. Não adianta você chorar, estamos só nós duas aqui. Sua mamãezinha e seu papaizinho não vão te socorrer, porque ela tá dando pro patrão e ele tá dando pros soldados no quartel. Bebe!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um segundo depois, Carol urinou sobre a boca aberta de Lavínia, e riu esfuziantemente, enquanto lágrimas corriam dos olhos da vizinha mais velha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As duas meninas eram vizinhas no subúrbio. Era o ano de 1980, e o Brasil começava a viver um período de abertura política. Carol era filha de mãe solteira, e morria de inveja da família feliz de Lavínia, filha única de uma vendedora e de um capitão do Exército. Um dia o pai de Lavínia foi transferido, a família dela se mudou e Carol ficou até triste, sem ter ninguém pra humilhar. Mas a sua orientação sexual estava definida, havia tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina Bezerra nasceu em abril de 1968, pouco antes do início do endurecimento do regime militar. Filha de uma costureira que tinha 34 anos quando ela nasceu, nunca conheceu o pai – embora haja suspeitas entre os vizinhos de que o pai tenha sido um garoto de 13 anos, sobrinho de um vizinho, que a dopara. E é bem provável que seja verdade, pois a pequena Carol se acostumou, durante a infância e a pré-adolescência, a ouvir a mãe constantemente falando mal dos homens enquanto costurava as roupas para os clientes. E nunca viu a mãe namorando alguém na vida. Mas Carol era a grande razão de sua mãe viver.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De tanto ouvir a mãe falando mal de homem, Carol começou a olhar as menininhas do bairro onde vivia. Isso começou a ser feito quando ela tinha cerca de nove anos, mesma época em que ela começou a se masturbar acariciando as partes íntimas. Lavínia foi somente a sua primeira “namoradinha”. E, durante muito tempo, única: o que Carol tinha de safadinha, tinha de encabulada. Na época, o homossexualismo feminino não era bem visto – ainda mais em adolescentes. Carol só possuiu Lavínia porque esta era uma menina fraca, subserviente ao pai militar que dominava a família – a isca perfeita, visto que Carol só queria saber de cama, não pensava em amor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Contraditoriamente, Carol atraía a atenção dos meninos (durante a puberdade, os seios eram empinados, o bumbum farto e – nem precisava tanto – tinha um rosto bonitinho, nariz afilado e olhos verdes), mas ela nem dava bola. Recusou todos os convites dos colegas para sair e se divertir, dando-lhes desculpas esfarrapadas que eram engolidas por eles com prazer – eles babavam só de falar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dito, Carol era a razão de viver da mãe – e a recíproca era verdadeira, pois a mãe era a grande heroína da menina. Daí ter batido um grande desespero quando foi diagnosticado um câncer no útero em Marisa (o nome da mãe de Carol), nos idos de 1983. Durante a agonia, Marisa Bezerra foi tratada pelo Dr. Edivaldo Palmares, que dedicou muitos esforços para a recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer do tratamento, Carol foi se aproximando da família do Dr. Palmares. Conheceu a mulher e os dois filhos dele. O mais velho, Edgar, era quatro anos mais velho que ela e tinha ambições de seguir os passos do pai. Mas foi a caçula que mexeu com o coração da jovem Carol. Roberta, dezesseis anos (um a mais que Carol), bonita, tanto de rosto quanto de corpo, encantadora em todos os aspectos. A família Palmares era feliz, mas isso não despertava inveja em Carolina. Isso porque Roberta despertava paixões em Carol, sem se dar conta. Pela primeira vez na vida, Carolina estava apaixonada. A convivência fazia o amor de Carol por Roberta crescer ainda mais, embora ela lutasse contra a timidez e os tabus da época.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1985, apesar da luta constante do Dr. Palmares, Marisa morreu. Carol tinha então dezessete anos. Como ela era menor e não tinha mais parentes vivos, a família Palmares decidiu cuidar dela. Todos ficaram felizes: Carol por ficar mais perto do seu amor secreto, Roberta por ter a amiga morando com ela, Edgar por ter a oportunidade de tirar o atraso e o respeitável Dr. Palmares por ter sua musa sempre perto – fascinado pelo corpo de Carol, ele se masturbava pensando nela sempre depois do tratamento do câncer de Marisa. Mas ele nunca lhe fez mal – ele amava a mulher, com quem era casado havia 23 anos e tinha uma vida sexual ativa. Como ninguém é de ferro, durante o ato sexual, Edivaldo fechava os olhos e pensava no bumbum de Carol. Nos seios de Carol. No que seria a vagina de Carol. A transa funcionava bem melhor, pensava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns meses depois, atendendo à rigidez paterna, Roberta esperou completar dezoito anos para arranjar um namorado. Era um colega da recém-iniciada faculdade de fisioterapia. Carolina, claro, se mordeu de ciúme, mas manteve a discrição. A primeira vez de Betinha (como ela a chamava) teria que ser com ela, como pensava.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, Edgar finalmente tomou coragem e se declarou apaixonado por Carolina, assim que ela completou dezoito anos. O Dr. Palmares aceitou, desde que eles continuassem dormindo em quartos separados. (Ela dormia no quarto de Roberta e, não raro, se masturbava enquanto via a amiga dormir – Roberta dormia de bruços, às vezes somente de blusinha. Carol achava o bumbum de Betinha “bonitinho”.) Como Carol nunca tinha se envolvido com um homem antes, achou estranho – mas como Edgar e Roberta eram bem parecidos, aceitou, com as esperanças de usar suas fantasias.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um ano mais tarde, o casal Palmares viajou, disposto a fazer sua segunda lua-de-mel – completava então 25 anos de casamento. Viajaram sozinhos para o Nordeste, deixando os filhos sós em casa. Lembrem-se do velho ditado: quando os gatos saem de casa, os ratos fazem a festa. Edgar, Roberta e Carolina aproveitaram esse fato. Betinha, à revelia dos outros, convidou o namorado pra passar um tempo na casa dela, aproveitando a viagem dos pais. Edgar e Carol, namorados havia um ano, planejaram o que seria a primeira vez. Para ele seria fácil encobrir uma hipotética perda de virgindade, pois fazia especialização em ginecologia... Para ela, seria meio esquisito receber algo “estranho” em seu corpo, considerando-se a opção sexual que escondia de todos que conhecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto de Edgar, ele e Carol tiveram a primeira noite de amor. Ele gostou muito de entrar para a história da vida dela; ela vivia o “ineditismo” de ter ser corpo invadido por algo do sexo masculino... Mal imaginava o que a esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram seis e meia da manhã. Edgar dormia profundamente. Carol se levantou, saiu do quarto dele e foi para o quarto de Roberta, para fazer o que fazia todas as noites: vê-la dormir. Diferentemente de outras vezes, porém, Betinha não dormia de bruços. Estava totalmente nua, com os seios para cima, e um leve sangramento a adornar-lhe a vagina... No banheiro perto do quarto, ouvia-se um barulho de chuveiro ligado. Concluído que Roberta perdeu a virgindade que deveria perder com ela, Carol teve um acesso de ódio contido. Enquanto o namorado de Roberta, que a deflorara, ainda tomava banho, Carol pegou lentamente um travesseiro que estava ao lado e começou a sufocar Betinha, com muita força. Isso durou cerca de três minutos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;(Abre-se um parêntese: se alguém tivesse visto a cena, certamente teria se impressionado com o alto grau de sensualidade, e teria até se esquecido que se tratava de um assassinato. A vida do corpo nu de Roberta, vinte anos, se esvaía por causa da força sensual de Carolina, dezenove anos, também nua. Carol estava de quatro, acima de Betinha, enquanto a sufocava. Enquanto matava o grande amor platônico de sua vida, Carol transpirava sensualidade por todos os poros. O bumbum e a vagina exalavam um perfume indescritível, fruto do prazer em acabar com aquela que, pra ela, deveria ter um único amor. Feche-se o parêntese.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumado o ato, Carol discretamente colocou o travesseiro no mesmo lugar onde achara. Arrumou o lugar e saiu do quarto de Roberta, de fininho. Voltou ao quarto de Edgar, que ainda estava dormindo, e se deitou ao lado dele. Poucos segundos depois, o namorado de Roberta voltou ao quarto dela, e viu que ela não respirava. Desesperado, acordou o restante do pessoal, tentando salvar a vida dela. Tarde demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi diagnosticada morte súbita, o que foi uma surpresa, visto que Roberta gozava de saúde exemplar. Na verdade, o crime nunca foi descoberto, pois Carol não deixou vestígios – e ninguém iria desconfiar que alguém tivesse coragem de matar outra pessoa neste lugar sem um motivo aparente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aos poucos, com o passar dos anos, Carol foi gostando de Edgar, e de seu jeitinho encabulado. Em 1989, eles se casaram. Em fevereiro de 1992, tiveram um filho, a quem decidiram chamar Roberto, em homenagem à tia paterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse pode ser considerado um casamento feliz – Edgar Palmares é um médico ginecologista, que trabalha e mora no subúrbio, opção dele para ajudar os menos favorecidos, apesar de ter tido a opção de atender pacientes mais abastados. Quando vê uma paciente jovem bonitinha, espera-a terminar a consulta e deixar a sala para se recolher ao banheiro e dar asas à fantasia – nunca deixando o profissionalismo de lado, claro. Carolina Bezerra Palmares é secretária de uma grande empresa – desta vez, deixa a timidez de lado quando vê uma colega de trabalho ou estagiária bonita e com seios desejáveis para, discretamente, entrar em ação. Certa vez, ela foi a um motel com duas estagiárias e fez a festa, num &lt;em&gt;ménage-à-trois&lt;/em&gt; feminino inesquecível. De vez em quando, procura prostitutas de seios fartos para se dedicar ao exercício da amamentação. Ao marido, dá a velha desculpa de reunião de negócios ou hora extra. Um casamento feliz. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-4684306447560983755?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/4684306447560983755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=4684306447560983755' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/4684306447560983755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/4684306447560983755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/03/terceiro.html' title='Terceiro'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-2587139117481977603</id><published>2007-02-12T22:53:00.000-02:00</published><updated>2007-04-08T01:50:54.866-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adultério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betinho e Zezete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Segundo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O nome dela é Elizete. Nascida numa cidadezinha do interior em fevereiro de 1967, sempre foi educada nos mais serenos princípios cristãos e da virtude. Na infância e pré-adolescência, era tímida e recatada, doce e delicada. De pele morena, cabelos negros e encaracolados e olhos cor de mel, não fazia idéia de sua própria beleza, devido a sua ingenuidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aos catorze anos, conheceu Marcelo, quatro anos mais velho e filho do diretor da escola onde estudava. O jovem Marcelo era um idealista e acreditava no amor, acima de tudo. Nada era importante, se o amor estava por perto. Marcelo passou a gostar de Elizete por causa de sua doçura e delicadeza – chegava à irrelevância o fato de a jovem Elizete ter provocador 1,55 m, além de um bumbum em formato de um grande coração e seios que pareciam duas frutinhas que davam a vontade de morder. No ano seguinte, quando Elizete completava quinze anos, o pobre Marcelo, tão ou mais tímido que ela, juntou coragem e a pediu em namoro. Ela aceitou e os dois deram o primeiro beijo. Quatro anos depois, eles se casaram – virgens. O casório foi uma desilusão para os meninos do lugar, que se reuniam em locais secretos para “homenagear” Elizete, através do prazer solitário que é o primeiro estágio para o autoconhecimento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os primeiros anos do casamento foram marcados pelas dificuldades habituais de todo jovem casal, como as responsabilidades de cuidar da casa – sua primeira moradia foi um simples casebre vizinho à escola em que o pai de Marcelo era diretor, cedido pela instituição, que cobrava um aluguel – e de arranjar emprego para pagar as contas. Mas o amor que um sentia pelo outro superou isso tudo. No interior, não era costume a mulher trabalhar fora – e isso não seria revertido por Elizete, sustentada por Marcelo, que alternava o trabalho como monitor da escola com os estudos da faculdade de pedagogia, numa cidade vizinha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dois anos mais tarde, Marcelo se formou professor. No ano seguinte, depois de muito estudo e sacrifício, foi aprovado como professor da rede municipal da capital. Marcelo e Elizete, mesmo com dor no coração, se despediram da cidadezinha natal em busca de um estilo de vida melhor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os anos 90 tiveram seu início de forma marcante: além de um emprego vantajoso para Marcelo e – a despeito do Plano Collor, o que fez que fosse ainda mais sacrificado e, por isso, mais valorizado – o financiamento para obtenção de uma casa própria (um apartamento num subúrbio da cidade), Elizete esperava seu primeiro filho. Numa manhã de novembro de 1990, nasceu Marcela, a primeira filha do casal, a cara da mãe. A nova condição paterna inspirou Marcelo a buscar sempre o melhor. E o fez com sucesso: na sua disciplina, foi eleito pelos alunos o melhor professor por quatro anos seguidos. Elizete se orgulhava ainda mais do marido, do grande amor de sua vida. Sabia que, com o esposo, teria uma vida tranqüila. Em 1996, nasceu Mariana, a segunda filha do casal. Dessa forma, sentiram, a família estava completa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar de feliz com o casamento – segundo ela, o melhor que uma mulher poderia ter – Elizete sentia que faltava alguma coisa, que ela não sabia o que era. Certo dia de 2002, desacompanhada, ela estava num ônibus, voltando para casa depois de visitar uma amiga que estava doente. O coletivo estava lotado e ela teve que ficar em pé. De repente, ela sentiu algo duro deslizando por entre suas nádegas. Ele subia e descia, lentamente. Olhou para os lados e viu as mãos do assediador segurando os balaústres. Pelas mãos, ela não lhe dava mais do que vinte anos. Seu coração começou a bater forte e ela suava frio. Era uma sensação que ela nunca tinha sentido antes. E o pior de tudo: era uma sensação boa! Elizete não teve coragem de se virar para ver quem era. Como o ônibus estava lotado, ninguém percebeu nada. O rapaz, antes de sair, ainda lhe passou de leve a mão no bumbum, como se o acariciasse. Ela fechou e apertou os olhos, seu rosto ficou vermelho e, novamente, não teve a coragem de olhar sequer a silhueta do agressor. Mais tarde, saiu do ônibus como quem saía de um pesadelo. Decidiu guardar o fato para si, não o contando a ninguém.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegando em casa, durante o banho, Elizete pensava como poderia ter sentido algo assim com alguém lhe bolinando dentro do ônibus. Ela não queria gostar, mas acabou gostando do “carinho” recebido. E não entendia por quê: afinal, a vida sexual dela com o marido era ativa e, segundo ela, perfeita. Pensou no marido e nas filhas (na época com 11 e 6 anos) e concluiu que a família não merecia o que ela considerava um desvio de caráter. Sempre que podia, evitava pegar ônibus que estivessem muito cheios. Desde aquele momento, declarou a si mesma: em nome da felicidade, jamais sentiria desejo por outro homem. O desejo era pecaminoso e mortal. Somente o amor iria prevalecer.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No início de 2006, se mudou para um apartamento vizinho ao da família de Elizete o casal Palmares e o seu filho Roberto, de catorze anos. Rapidamente, as duas famílias vizinhas se tornaram amigas, com amenidades entre as esposas como troca de receita, cessão de açúcar e botar as fofocas em dia. Àquela altura, as filhas de Elizete estavam em formação: Marcela, quinze anos, segundo ano do Ensino Médio, namorava, se divertia com as colegas e era alto-astral. Mariana, dez anos, estava na quarta série e brincava de boneca nos corredores do prédio com as amiguinhas. Mas o jovem Roberto não se importava nem com Marcela (que era bem-feitinha de corpo, tinha seios grandes – para certa “inveja” da mãe, cujos peitos tinham o mesmo tamanho do que eram quando da adolescência – e bumbum generoso, mas tinha 1,73 m, alta demais para ele) nem com Mariana (que era ainda muito criança, apesar de estar no início de sua puberdade). O grande interesse de Roberto era... Elizete!!!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Explica-se: aos catorze anos, Roberto era um pouco mais alto que Elizete – tinha 1,65 m, enquanto que sua musa tinha 1,60 m. E ele gostava de mulher normal, comum. Marcela era um pouco mais velha, mas ele não gosta de mulher mais alta, pois isso poderia eclipsá-lo – ele gostava de ser a “primeira opção”, apesar de nunca ter beijado na boca, nunca ter tido uma namorada e de ser virgem. Além disso, tinha certeza que iria crescer mais um pouco, abrindo-se um leque de opções. Poderia ser que Roberto viesse a gostar de Mariana um dia, dali a alguns anos. Havia motivos: os seios da caçula de Elizete já começavam a crescer (os carocinhos no peito já apontavam) e o seu bumbunzinho começava a honrar a herança materna. Mariana, no seu período de descobertas, tinha uma paixão platônica pelo vizinho. Mas Elizete (ou Zezete, como ele carinhosamente a chamava nas masturbações – ele também a chamava de “minha pequena”) era o objeto de desejo de Roberto. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tudo começou quando, certo dia, Elizete chegou das compras sozinha, com um monte de sacos de supermercado. Roberto, sempre generoso, se ofereceu para ajudar. Subindo as escadas atrás dela (o prédio não tinha elevador e eles moravam no terceiro andar, de um total de cinco), reparou o quanto mulher é bom: a saborosa bunda de Elizete balançava durante a subida das escadas, como que a sorrir para esse jovem com os hormônios em ebulição. Chegando à porta da casa dele, Elizete agradeceu-lhe dando uma nota de cinco reais, novinha, pelo serviço prestado. Roberto, tendo se esforçado duas vezes (na primeira, pelo esforço; na segunda, para conter a excitação pela bunda da vizinha, mais tarde com os seus delicados peitinhos a lhe ornar o tamanho compacto e na medida para uma noite de desejo), suava em bicas. Elizete lhe ofereceu uma água geladinha; Roberto aceitou. Depois, Elizete agradeceu a ajuda e se despediu. Roberto entrou em sua casa e, quase explodindo, se masturbou no banheiro. Dez minutos depois, o jato quente que viria a seguir explicitou: vale a pena! Sua primeira vez teria que ser com ela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sempre que Elizete voltava do supermercado, Roberto (que estudava à noite, na oitava série) se oferecia para ajudá-la a carregar as compras – com ela sempre na frente, para deleite do rapaz durante a subida das escadas. Às vezes, ele a ajudava a guardar as compras na cozinha, e admirava o seu traseiro e lambia os beiços quando ela ficava ajoelhada ou de quatro guardando a comida, imaginando com seria bom abraçar essa mulher e comer por trás. Era a única oportunidade que tinha de acariciar o pau duro na presença dela, já que ela ficava de costas. Ficava admirando não só o bumbum, é verdade, mas o corpo todo: os pezinhos de criança (àquela altura, sem sandálias); as coxas; os quadris largos; as costas; os cabelos compridos, soltos e encaracolados; o tamanho pequeno do corpo de pilão; em suma, um “compacto dos melhores momentos”. Como os dois ficavam sozinhos (o marido trabalhava e as filhas estavam no colégio), ele se dava esse luxo, e queria criar coragem para realizar seu sonho. Agradecida pela ajuda do vizinho e perdida em sua inocência interiorana (que não se dissipou após dezessete anos na cidade grande, mesmo com o assédio no ônibus quatro anos antes), Elizete não desconfiava de nada. Como ele era um jovenzinho, pensava, não havia risco algum.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E a generosidade de “Zezete” com Roberto não se limitava à água geladinha, oferecida cada vez que ele a ajudava. Ao perceber que o jovem vizinho tinha dificuldade em Português e Inglês na oitava série, propôs ao marido (um professor versátil, pois ensinava várias matérias) reservar um pouco dos finais de semana para lhe dar aulas de apoio. Agradecido, Roberto aceitou, aproveitou a chance (apesar de pensar, em todas as aulas, na frase “Eu passo graças a você e depois você me empresta sua mulher, seu chifrudo”) e passou para o Ensino Médio. Em agradecimento, Roberto deu, em segredo, um pequeno buquê de flores a Elizete. Sem assinar. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Faltava uma semana para o Natal. Na porta de casa, Elizete recebeu, junto com o buquê, um bilhete que dizia: &lt;strong&gt;“A minha pequena Elizete, com toda a minha admiração, de alguém que lhe deseja muito”&lt;/strong&gt;. Na mesma hora, desconfiou que se tratava de qualquer um, menos do marido. Ele a amava com todas as suas forças – mas, depois que se casaram, só lhe deu flores duas vezes, quando as filhas nasceram. Além disso, o bilhete não fazia o estilo de Marcelo, que era amoroso, porém tímido pra externar esse amor em palavras escritas. Quando namoravam, ele jamais lhe escreveu uma carta de amor, por não se achar hábil em demonstrar paixão através das palavras. Além disso, em 24 anos de relacionamento, ele nunca lhe falou que a “desejava” – essa palavrinha, portanto, era novidade para essa mulher de um homem só. O marido estava viajando a outra cidade, para uma conferência sobre educação. Sempre presente, Marcelo lhe ligava todas as noites, para saber como a família estava. Em nenhuma das ligações, ele citou qualquer buquê de flores.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aquela estranha sensação que Elizete teve quando foi assediada no ônibus estava de volta. Ela queria rejeitar esse fato de ser desejada por outro homem, mas isso era fato – e poderia ser qualquer um que ela conhecesse, porque ele já a conhecia. Curiosamente, nem desconfiava disso quando foi ajudada por Roberto ao guardar as compras, para a ceia de Natal. Novamente, os dois estavam sozinhos. Marcelo voltaria da conferência no dia seguinte; Marcela foi fazer compras no &lt;em&gt;shopping&lt;/em&gt; com o namorado; Mariana brincava com as amiguinhas na rua. Ao entrar na casa, Roberto viu na sala as flores que dera decorando a mesinha do telefone. Não se arriscou a perguntar à vizinha, apenas se satisfez com o fato da sua pequena Zezete ter gostado do presente do “admirador secreto”. Dentro da cozinha, mais uma vez Roberto se deliciou ao ver a vizinha agachada, de costas, com o bumbum empinado. Silenciosamente, brincou de buzininha com ele, fingindo que iria apalpá-lo, sem encostar. Enquanto isso, sonhava com o dia em que iria perder a virgindade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia seguinte, Marcelo voltou da conferência. Viu as flores, achou-as bonitas e perguntou à mulher quem as tinha dado de Natal. Ela desconversou dizendo que as tinha comprado para decorar a casa. Cinco minutos depois, enquanto o marido tomava banho, ela se deu conta de uma coisa, que a fez ficar arrepiada e temerosa: pela primeira vez desde que o conheceu, um quarto de século atrás, Elizete mentiu para Marcelo! Ela, definitivamente, estava mudada. Mas esqueceu disso quando o casal foi pra cama e se encarregou de matar as saudades – eles sempre faziam sexo na posição mais trivial, o tradicional papai-mamãe.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As comemorações de Natal e Reveillon transcorreram na mais absoluta tranqüilidade. Nos primeiros dias do novo ano, Roberto aproveitou que Marcelo tinha saído de casa com as filhas e deixado Elizete para atacar novamente. Comprou um novo buquê de flores, também pequeno, e escreveu um outro bilhete, também sem assinar. Fez o mesmo que fizera no mês anterior: deixou o buquê e o bilhete na porta, tocou a campainha e saiu de perto do campo de visão. Elizete abriu a porta, viu o buquê e leu o bilhete, que dizia: &lt;strong&gt;“Minha pequena Elizete: quero você. De alguém que lhe deseja muito”&lt;/strong&gt;. Era a mesma letra do bilhete anterior. E veio a mesma sensação de ser desejada, algo que nunca tinha acontecido em quase 21 anos de casamento – somente a sensação de ser amada, o que era bem diferente. Quando o marido chegou com as filhas, rapidamente ela escondeu o bilhete e colocou as flores no vasinho da mesinha do telefone da sala, dizendo que tinha comprado flores novas para alegrar o ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No início de fevereiro, Elizete estava num período importante: completava 40 anos de idade. O marido não hesitou em alugar o salão de festas do prédio para uma grande festa, com apresentações musicais e um enorme bolo. A certa altura da festa, Marcelo tomou o microfone e fez uma emocionada declaração de amor à esposa e agradecendo-lhe por constituir uma família tão maravilhosa, com filhas lindas e com futuro promissor. O discurso foi aplaudido pelos convidados, entre parentes, amigos e vizinhos – Roberto e família entre eles. Enquanto isso, Roberto tramava o bote definitivo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia seguinte, Marcelo saiu para o primeiro dia de trabalho do novo ano letivo, e as filhas foram ao colégio – Marcela começava a cursar o último ano do Ensino Médio, enquanto Mariana estreava na quinta série. Como Roberto continuava estudando à noite (agora no primeiro ano do Médio, muito em parte graças ao professor Marcelo), aproveitou para comprar não um, mas dois buquês de flores – de rosas, bem grandes. Escreveu outro bilhete, colocou os buquês e o bilhete na porta do apartamento, tocou a campainha e saiu do campo de visão. Ela abriu a porta, pegou os buquês e o bilhete, fechou a porta e – já ansiosa com o teor que viria – abriu o papelzinho e leu: &lt;strong&gt;“Minha pequena Elizete: 40 anos, bumbum de 20, peitinhos de 15. Feliz aniversário (ainda que atrasado). De alguém que lhe deseja muito”.&lt;/strong&gt; Era a mesma letra dos bilhetes anteriores – e o mesmo teor safadinho. Aí, ela não agüentou. Sozinha em casa, mandou às favas o desejo reprimido: foi ao quarto, tirou as calças e a calcinha e se deitou de bruços na cama, com a sua bunda empinada para o alto. Depois, passou o papel freneticamente pela sua vagina, arfando de prazer – como se estivesse ali o seu admirador secreto. Enquanto a sua boceta ficava ferida por causa do contato, ela soltou um sorriso no seu rosto e lágrimas lhe corriam pelos olhos. Ficou cinco minutos assim. Depois, com o papel molhado e sujo de sangue nas mãos, foi ao banheiro e tirou a blusa e o sutiã. Jogou o papelzinho no vaso sanitário, deu a descarga e entrou embaixo do chuveiro. Enquanto se lavava e buscava se purificar de desejos sexuais nefastos, a Zezete pequena do admirador pensava no bilhetinho ousado, ensaboando carinhosamente o “bumbum de 20” e os “peitinhos de 15”. Depois de seu primeiro dia de trabalho no novo ano letivo, o marido viu os buquês, já arrumados em dois grandes vasos na mesa da sala de estar. As filhas se admiraram com tanta beleza. Marcelo lhe perguntou se ela tinha comprado as flores. Elizete disse à família que ela recebeu as flores de presente de aniversário de duas amigas. Fosse algum tempo atrás, Elizete morreria de remorso ao mentir para a família. Mas aquele era um momento de exceção.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma semana depois, Roberto novamente ajudou a vizinha nas compras. Desta vez, ele fez as compras junto com ela, pois Elizete queria ajuda para as compras da viagem no Carnaval. Ela viajaria para sua terra natal, com o marido e as filhas, para visitar os pais. Ocorreu a mesma coisa das vezes anteriores: os dois sozinhos, ajudando a guardar as compras, ele admirando o corpo da vizinha etc. Em agradecimento, ela lhe deu uma garrafa de refrigerante e 50 reais para “aproveitar o Carnaval”. Ele lhe agradeceu, dizendo que o presente, indiretamente, também era de aniversário, pois completaria anos na semana seguinte.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Ah, então você é do mesmo signo que eu? Ora, tenho outro aquariano como vizinho e eu nem sabia! – disse-lhe Zezete, simpaticamente, enquanto lhe acariciava o braço esquerdo. – Por que não me falou antes, Betinho? Bem que reparei que você adora uma novidade. Essa é uma característica do nosso signo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe de outra característica, Dona Elizete? Nós, os aquarianos, somos teimosos. Quando temos uma idéia, jamais desistimos enquanto realizamos nossos desejos – respondeu Roberto, enquanto olhava de relance para os peitinhos de sua pequena Zezete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É isso aí. Quantos anos você vai completar, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quinze – respondeu Roberto, para em seguida dizer, com voz sedutora – E a senhora tem 40. 40 anos... – E depois ao pé do ouvido – Bumbum de 20... Peitinhos de 15...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao ouvir a descrição daquele bilhete que a fez se masturbar pela primeira vez na vida, Elizete gelou. Estava diante do autor dos bilhetinhos libidinosos que haviam mexido com ela nos últimos meses. Estava diante do seu admirador secreto, que tinha lhe dado quatro buquês de flores. Estava diante do homem que, pela primeira vez na vida, a fizera mentir para a família. Mas o tal homem era apenas um... menino!!! E era seu vizinho de porta!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranhamente, a pequena Zezete do Roberto não reagiu. O rapaz se encarregou de realizar seus desejos. Virou-a de costas diante da mesa de estar da sala, entre os imensos buquês de rosas que ele lhe dera, e que àquela altura estavam começando a murchar. Ele lhe arriou as calças e viu que ela usava uma calcinha preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum, safadinha... Eu sabia que você iria querer. Ouvi dizer que, quando uma mulher tá louca pra ser comida, ela usa calcinha preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixou a calcinha violentamente, fazendo com que visse seu grande objeto de desejo: as nádegas de sua pequena Zezete, que arfava entre o desejo e o pavor. O bumbum era como imaginava: carnudo e delicioso. Deu-lhe umas buzinadinhas, com onomatopéia e tudo, fazendo-a rir. Tinha uma celulite aqui e ali, mas nada que atrapalhasse. Afinal de contas, ele gostava de mulheres normais. Abaixou suas calças e a cueca, botou o pinto pra fora e, enquanto cheirava seus cabelos, agarrou-a por trás, apalpando-lhe os seios e roçando o membro na bunda de Zezete, fazendo-a voltar cinco anos no tempo, quando alguém a bolinou num ônibus lotado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois de três minutos e meio, Roberto enjoou da bunda de Elizete e a virou de frente. Cada um olhou pra baixo. Roberto acariciou a boceta cabeluda de Zezete, passando os dedos por entre os pêlos pubianos e depois acariciando-lhe o clitóris, e disse que a primeira vez dele não poderia ser mais perfeita. Já Elizete, entre o pânico e o tesão, viu que o pau de Roberto, além de estar duro e envergado, era bem maior do que o do marido. Na verdade, o tamanho do pênis do jovem era normal para um rapaz da idade dele. E o pinto de Marcelo era bem menor que a média – mas ela simplesmente não sabia. Como o pau do marido era o único que Elizete vira na vida, quando ela viu aquela glande roxa quase explodindo e as veias protuberantes que caracterizavam a pica de Roberto, ela ficou mais excitada do que nunca ficara na vida. Certa feita, Roberto lhe perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posso ver seus peitinhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não... – respondeu Zezete, sem muita convicção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mentirosa – replicou Roberto, enquanto desabotoava-lhe a blusa. Ao abri-la, comprovou o desejo da vizinha: os seios juvenis de Elizete estavam arrepiados e os bicos estavam duros. Entre eles, Roberto viu um colar, com um crucifixo e dois coraçõezinhos, com as letras M e E. Depois, acariciou-lhe os cabelos e beijou-lhe a boca, enquanto o pau entrava na vagina já molhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Elizete percebeu, estava deitada na mesa, entre os vasos de flores e satisfazendo os desejos sexuais do vizinho de quinze anos. No fundo, ela se sentia realizada em seus desejos reprimidos: tímida, ingênua, ainda aquela caipira que deixou a cidade, que iria visitar dali a alguns dias, aos 22 anos. De repente, estava sendo comida por alguém que via como uma criança, um rapaz mais jovem que sua filha mais velha. Arfava de prazer ao sentir aquele imenso pau entrando e saindo em sua vagina. E ele, ainda inexperiente, delirava ao ver os seios de Elizete balançando loucamente, por causa de seu constante vaivém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, ele a puxou pelos cabelos encaracolados e a deitou de costas sobre a mesa, fazendo com que a bunda ficasse empinada. Novamente pela vagina, Roberto continuou seu vaivém. Enquanto sentia os testículos do rapaz batendo entre suas coxas e uma ligeirinha cosquinha causada pelos pêlos pubianos a coçar-lhe entre as nádegas, Elizete via os retratos da família, numa cômoda perto da mesa. Dentre outros, havia retratos do seu casamento com Marcelo e dos nascimentos das filhas. Vendo esses momentos e sentindo um filme de sua vida passar pela cabeça, Elizete ficou com lágrimas nos olhos. Lembrou-se do amor que o marido tem por ela. Concluiu que Marcelo não merecia ser traído... Mas não precisava saber de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de cinco minutos que pareciam uma eternidade (para o bem e para o mal), Roberto finalmente gozou. Era o segundo homem que fazia isso com ela. E ela era a primeira mulher de sua vida – exatamente como ele desejava, havia quase um ano.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Zezete se sentou, nua, na mesa. Tocou, carinhosamente, o pênis flácido e melado do menino. Sem dizer uma palavra sequer, Roberto beijou-lhe a testa, se vestiu, pegou a calcinha preta da vizinha como recordação, o refrigerante e os 50 reais que estavam em cima da mesa da cozinha e foi para sua casa. Eram cerca de onze horas da manhã.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Elizete foi tomar banho, cansada mas feliz. Dizem que a vida começa aos 40 – e a dela começou, pra valer, naquele instante. Só queria saber o que aconteceria na vida dela se, nos seus catorze anos, conhecesse alguém obstinado como Roberto, não romântico como Marcelo. Passou a ter certeza de uma coisa: não sabe se seria melhor, mas seria muito mais emocionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, um dia normal: Elizete foi fazer os deveres domésticos de uma dona de casa comum. Fez a comida, esperou o marido e as filhas, ouviu as histórias de Marcelo sobre o dia no trabalho. À noite, deitada na cama, enquanto via o marido dormir, pensava em Roberto, sobre como um menino como ele poderia gostar de uma mulher 25 anos mais velha – e sobre como ela poderia gostar tanto dele. Já Betinho, em sua cama, recordava esse instante inesquecível em sua vida, respirando a calcinha preta de Elizete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, mais uma vez, aproveitando o fato de Elizete estar sozinha em casa, Roberto comprou o menor buquê de todos dados a ela. Escreveu um bilhete, colocou-os na porta da casa, tocou a campainha e saiu do campo de visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ver o buquezinho e o bilhetinho, Zezete sorriu. Pegou os presentes, fechou a porta e leu: &lt;strong&gt;“Minha pequena Elizete: Os primeiros buquês representavam seus peitinhos de 15 anos, delicados e graciosos. Os grandes representam seu bumbum de 20 anos, lindo de se ver e, percebi agora, de pegar. Este buquezinho que lhe dou agora representa a realização do meu sonho e o quanto é graciosa a parte do seu corpo que acabei de ver e visitar. Obrigado. Boa viagem. Estou te esperando. De alguém que vai continuar lhe desejando mais e mais... E tenho certeza que você também me deseja”&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois de ler o bilhete, Elizete se viu diante do espelho. Tirou as calças e a calcinha, dobrou o papelzinho e o enfiou vagina adentro. Dessa forma, teria seu menino Betinho sempre presente. A pequena Zezete de Roberto tinha certeza: sua vida estava apenas começando. Fez seus afazeres domésticos recordando o dia em que teve a sensação de ser desejada por um menino. Colocou as flores num vasinho, no meio da mesa da sala de estar onde ocorrera aquele momento inesquecível. Ao marido, já tinha uma desculpa para dar: queria alegrar a sua vida com mais e mais flores.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-2587139117481977603?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/2587139117481977603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=2587139117481977603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2587139117481977603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/2587139117481977603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/02/segundo.html' title='Segundo'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4650682898218354342.post-6450348817092918322</id><published>2007-02-03T23:38:00.000-02:00</published><updated>2007-02-03T22:38:44.241-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delírios Juvenis'/><title type='text'>Primeiro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Ele gosta de noivas. Ainda tem catorze anos, mas já sabe o que quer. Lembra-se de seus dez anos, quando uma mão feminina, direita, com aliança no dedo anular, lhe acariciou as partes íntimas. A jovem tinha dezenove anos e era prima de um vizinho. Era a festa de aniversário dele. Ela não conhecia o menino até aquele dia. O viu, achou bonitinho e o chamou, sem ninguém ver, para um canto isolado na casa, um dos banheiros. Ela o levou para dentro, fechou a porta, abaixou-lhe as calças e as cuecas e levou a mão direita até a genitália do menino. Daí em diante, fez as carícias. Foi a primeira (e, até hoje, única) em que alguém o masturbou. Ele já tinha se "explorado" algumas vezes, mas era a primeira vez em que sentia prazer. Até hoje ele se lembra dos detalhes daquele dia: dos olhos azuis, da pele alva, das sardas que lhe circundavam o rosto de traços suaves, dos cabelos escuros e longos, do ar de menina sapeca disposta a aprontar a qualquer momento. Ela não levantou a blusa, mas viu que os bicos dos seios (que não eram grandes, mas fartos) estavam rígidos. Se lembra do "beijinho de boa noite" (uma maneira meiga dela falar, antes de levar a boca ao sexo dele) poucos segundos antes do primeiro orgasmo de sua vida. E, além de tudo, se recorda do reluzentemente dourado anel de noivado que ela usava no dedo anular da mão direita, tanto durante as carícias quanto depois delas - quando ela lhe lavava as partes íntimas, enquanto ela o ameaçava ("Gostei de você. Você tem uma piroquinha que dá vontade de chupar e não largar mais. Sua 'agüinha' foi muito gostosa. Mas se você contar alguma coisa, te mato", disse-lhe ao pé do ouvido, com voz tão suave que nem parecia uma ameaça, antes de lhe dar um estalado beijo no rosto. Mesmo assim, decidiu não arriscar). A tal noiva (que, depois ele soube, se chamava Letícia) se casou quatro meses depois, com um fuzileiro naval. Dizem que está grávida do primeiro filho.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Voltando aos tempos de hoje, está explicado o gosto do menino por noivas. Aquele curto período entre o namoro e o noivado de uma garota lhe tinha uma importância fundamental. Nos últimos dois anos, duas jovens noivas lhe ocuparam o coração. Uma delas era a vendedora de doces da rua onde morava. Era uma jovem mulata de cerca de vinte e cinco anos, chamada Andressa. Tinha um metro e setenta de altura, porte atlético, bumbum grande e seios que cabiam na palma da mão. Ele só entrava na loja pra comprar balas e chicletes quando ela estava lá; do contrário, nada feito. Ela trabalhava num balcão em que os doces estavam atrás dela, e ele geralmente escolhia os doces que estavam nas prateleiras de baixo. Nem gostava tanto dos doces que escolhia, só comprava pra ver a Andressa, sempre prestativa, se abaixando para pegar os pedidos do cliente fiel. E Andressa, sem se dar conta, sempre abaixava-se de bruços, empinando a bunda, para deleite do jovem. Na maioria das vezes, usava calça comprida - mas quando usava minissaia, ele aproveitava o balcão de vidro para, discretamente, ver a calcinha - geralmente branca e estampada com desenhos de bichinhos ou flores. De quebra, imaginava os peitinhos dela, àquela altura com os bicos pra baixo, balançando enquanto ele a comia por trás - sonho impossível de realizar, segundo ele. Depois de voltar pra casa, se masturbava pensando nela e comendo o doce que acabara de comprar. No final daquele ano, Andressa se casou com um professor e mudou de cidade. Nunca mais a viu - e nunca mais entrou na doceria.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A segunda era a bibliotecária da escola onde estudava, na oitava série. Era Bianca, o nome dela. O estereótipo da garota perfeita, que só faltava ter asinhas de anjo. Vinte anos, noiva há dois (com o mesmo rapaz que namora desde os catorze), pele branca, lourinha, olhos verdes, virgem (dizem), um metro e sessenta e cinco, seios quase triangulares se assemelhando a duas fofas pirâmides, nádegas fartas, bom-caráter, a primeira da turma (estudou no mesmo colégio, do maternal ao terceiro ano médio), estudante de enfermagem, usava óculos, atenciosa, simpática, prestativa, disposta a ajudar a todos, católica praticante, freqüenta a missa todos os domingos, tem um terço de prata adornando o pulso direito. Era também canhota e libriana (o rapaz se atenta aos mínimos detalhes; dos atuais alunos, ele era o único que sabia o signo da jovem, pois viu ao acaso, na ficha de inscrição, que ela fazia aniversário em 17 de outubro). Mas todos esses detalhes não eram nada perto do essencial: o indefectível anelzinho dourado no dedo anular da mão direita.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde que a conheceu, ele reparou que Bianca tinha algo de especial. Ex-aluna da escola, começou a trabalhar como bibliotecária porque o curso de enfermagem tinha as mensalidades altas e ela estava disposta a construir a própria vida. Além disso, juntaria dinheiro para o enxoval do casamento, que seria no início do ano seguinte. Não demorou muito a se popularizar entre os alunos pela beleza e competência, principalmente no dom de auxiliar os alunos com dificuldades. No primeiro dia de aula, o rapaz se inscreveu na biblioteca, como o regulamento interno da escola exigia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Bom dia - disse-lhe a jovem, quando ele veio ao balcão.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Bom dia. Nova por aqui?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Sim. Bem, na verdade, eu estudei aqui a vida toda, e me formei no ensino médio há mais de dois anos. Estou começando a trabalhar aqui hoje.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Legal, boa sorte - disse ele, simpaticamente, já quase encantado com a beleza e a vivacidade da moça. - Me chamo Francisco. Como se chama?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Bianca. Prazer em conhecê-lo - disse-lhe, estendendo a mão e possibilitando-lhe ver a reluzente aliança.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde então, Bianca foi ocupante de grande parte dos sonhos do jovem Francisco. Sua graciosidade feminina atraía a todos os meninos com hormônios em ebulição, e principalmente a Francisco. Não por acaso: Bianca era como uma santa, mas imaginava que teria que ter um demônio escondido. Não raro, enquanto ela estava fora do balcão e organizava a bagunça das mesas, quando o via dava um sorriso maroto, como se perguntasse: "Oi, Chiquinho, tudo bem?". Depois virava-se de costas continuando o trabalho, deixando-o ver o bumbum farto que tantos sonhos lhe proporcionava. Aí, ele a imaginava vestida como a mais vulgar das prostitutas, com um corpete vermelho, cinta-liga e sem calcinha. Afinal de contas, ela era loura natural. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No final daquele ano, porém, ela iria deixar a escola onde trabalhava, pois o futuro marido iria custear o curso de enfermagem, possibilitando a ela realizar o sonho de ser enfermeira e trabalhar em comunidades carentes. Mas havia o último dia, de despedida discreta. Ela fez questão de se despedir dos alunos e colegas de trabalho. Fazendo isso um por um, diga-se.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na sua vez, Francisco lhe beijou a mão direita e, principalmente a aliança de noivado, que trocaria de mão dentro de alguns meses. Fez questão de se lembrar do perfume das mãos de Bianca. De noite, ao dormir, sonhou novamente com a ex-bibliotecária e futura enfermeira. No sonho, estavam no banheiro do colégio. Ela lhe tirou as calças e as cuecas e, com a mão esquerda (pois era canhota), acariciou-lhe a genitália. Com a mão direita, acariciou o rosto de Francisco. Prontamente, ele chupou o dedo anular, o da aliança.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Francisco acordou às quatro da manhã, com as partes meladas. Foi ao banheiro e se lavou, extasiado, tendo a mesma sensação que sentiu quando tinha dez anos de idade. Só lamentou não ouvir a voz de Bianca, lhe elogiando e ameaçando suavemente lhe matar caso ele contasse alguma coisa.  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4650682898218354342-6450348817092918322?l=contosintimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosintimos.blogspot.com/feeds/6450348817092918322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4650682898218354342&amp;postID=6450348817092918322' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/6450348817092918322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4650682898218354342/posts/default/6450348817092918322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosintimos.blogspot.com/2007/02/primeiro.html' title='Primeiro'/><author><name>Daniel F. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06491443247606530106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger/2173/381/1600/977591/olhoperf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
