Carolina Bezerra Palmares, 39 anos, é secretária bem-sucedida de uma grande empresa no centro da cidade. É casada há 18 anos com o ginecologista Edgar Palmares, e é mãe do jovem Roberto, 15 anos. Ela considera o seu casamento feliz, alternando as noites de amor junto ao marido com os momentos ardentes com as amantes, principalmente as de seios fartos e quadris largos e convidativos – estes são mais bem aproveitados por Carol.
Ela gosta dessa vida dupla, desde que a época em que uma homossexualidade como a sua era vista com olhos antipáticos e dispostos a achar escândalo em qualquer coisa. O gosto pelos seios vem da infância – ela mamou no peito da mãe até os onze anos! Até aquela época, ela acordava no meio da noite, depois de algum sonho ruim, e caminhava chorando até o quarto da mãe queixando-se de fome. Sempre disposta a consolar a única filha (de pai jamais revelado), Dona Marisa, mãe e pai ao mesmo tempo, dava-lhe o peito. Como Marisa amava essa doce criatura! Que mãe devotada e carinhosa, era ela!
Sempre havia um pouco de leite em seus seios, tamanho o amor que Marisa reservava a sua doce Carol, numa prova cabal de vitalidade de mãe. Na verdade, o leite acabou quando a filha tinha nove anos, mas Carolzinha continuou levando a boca ao peito materno por mais dois anos. Elas gostavam desse momento íntimo, de pura cumplicidade entre mãe e filha.
Essa fase acabou naturalmente. Logo depois, chegou a vez de Carol querer levar a boca a outras glândulas mamárias. Isso tudo coincidia com o crescimento de seus próprios seios. Aos doze, teve sua primeira namorada, a vizinha Lavínia, três anos mais velha. Mas ela não conta, pois era fácil de dominar. Além do mais, tinha seios pequenos, menores que os de Carol. Em compensação, tinha quadris largos e nádegas fartas, o que fazia Carolina ter prazer em dominá-la. Sempre que elas faziam amor, Carol tomava as rédeas da situação.
Voltando às eras atuais, Carolina se mostra uma excelente esposa e mãe, como convém a uma mulher moderna. Mostra-se também uma amante para suas jovens colegas de trabalho, estagiárias dispostas a novas experiências – e que, pelo visto, lhes agradam, pois Carol sabe usar a boca e a língua como ninguém... Ela procura por pares de seios onde ela se perca por horas a fio, e é altamente criteriosa. Se o peito for natural e o biquinho estar duro de excitação, é a perfeição absoluta. Ultimamente, ela se encanta com os seios, o bumbum, os cabelos, a estatura mediana, o sorriso de uma jovem prostituta, gordinha mas bonitinha, chamada Misty. Nome de guerra, claro. Há cerca de dois anos, ela é uma de suas clientes mais constantes e fiéis. A intimidade é tão grande que, um dia, Carol se deu o luxo de perguntar qual era o nome verdadeiro dela – só sabia a sua idade, 26 anos, e que ela fazia aniversário em dezembro. A jovem, porém experiente, meretriz (quase sua namorada) revelou a Carol seu nome de batismo: Liliane. Elas trocam presentes de aniversário e de Dia dos Namorados, também.
Nos últimos tempos, Carolina reparava nos seios das meninas adolescentes que circundavam sua vida. Como os de Marcela, 16 anos, a filha da vizinha, que eram seu sonho de consumo, fartos e aparentemente saborosos. A jovem vizinha tinha quadris bem vistosos e naturalmente balançantes, fazendo Carol sonhar desejando possuí-la algum dia. Ela não gostava de ver Marcela com o namorado, pois sentia ciúmes. Claro, Carol era discreta. Outra que, mais recentemente, povoou os sonhos de Carol foi uma colega de turma de seu filho Roberto. Também era bonitinha e gordinha como sua namoradinha Misty, mas, diferentemente desta, de olhos e cabelos castanhos, aquela era loura e de olhos penetrantemente verdes. Era Patrícia Gruenwald, o nome dela, mas seus desejos a apelidavam de Pat.
Carol viu Pat pela primeira vez poucos meses antes, na festa em que ela completava quinze anos, em que ela e o marido acompanharam o filho, convidado. Logo se encantou com o jeito meigo porém decidido da adolescente, com um corpo parecido com o de sua “profissional do amor” favorita, mas com um pouquinho mais de carne. Os seios e o bumbum (fartos e empinados) eram um pouco maiores que os de Misty, e ela tinha doze anos a menos. Desde então, Carol ficou encantada com a menina.
A grande chance de demonstrar todo o seu amor sorriu a Carolina quando o filho Roberto recebeu dois colegas: Pat e Ferdinando, que iria completar quinze anos dali a alguns meses. Era uma manhã de sábado, e os três colegas se reuniram para fazer um trabalho de grupo. Os dados foram coletados somente pela manhã, mas os dois visitantes ficaram o dia todo no apartamento da família Palmares, até o anoitecer. Nesse restante de tempo, os três se divertiram: almoçaram, lancharam, jogaram videogame, viram TV... Foi uma jornada proveitosa. Daquele dia em diante, a mãe de Roberto (uma “coroa” bonita, simpática, peituda, bunda gostosa, olho verde...) virou a musa de Ferdinando, povoando seus melhores pensamentos. No meio do dia, Ferdinando pediu para ir ao banheiro. Trancou-se, e viu uma calcinha preta pendurada na janela do lavabo. Excitado, pegou a roupa íntima de Dona Carolina e a fez acariciar o próprio rosto. Logo depois, a fez acariciar as partes íntimas... Um momento único. Os melhores oito minutos de sua vida. Mas essa já é outra história... Qual adolescente jamais sonhou em perder a virgindade comendo a mãe do colega de escola? Ah, a juventude!
Chegou o momento da despedida. Carol se ofereceu pra levar os dois colegas de Roberto, de carro, a suas casas, e assim o fez. Primeiramente, deixou Ferdinando na porta de casa – nem desconfiava que o menino levava escondido no tênis a calcinha dela, melada de esperma. A casa de Pat era um pouco mais longe. E essa era a grande chance de Carol realizar seu mais novo sonho.
No meio do caminho, havia um local deserto, quase nunca freqüentado. De repente, parou o carro neste local. Patrícia ficou assustada a princípio. Carolina, com as mãos no volante, começou a conversar com ela sobre Roberto, e perguntou se Patrícia gostava dele. Pat respondeu que Roberto era um bom amigo, e que não estava apaixonada por ninguém. Depois, Carolina começou a falar de brincadeiras de infância, e de uma em particular de que ela gostava de brincar...
- Patrícia... Posso te chamar de Pat?
- Pode, tia Carolina.
- Não, não precisa me chamar de “tia”. Aliás, nem de “dona”. Pelo menos enquanto estivermos sozinhas, pode me chamar de Carol. Quero que as amigas do meu filho sejam minhas amigas também. Combinado?
- Combinado, ti... Digo... Carol.
- Sabe, Pat, quando eu era um pouco mais nova que você, eu gostava de brincar de uma coisinha com minhas colegas, especialmente com as mais bonitas, assim como você. Naquela época a gente podia brincar até altas horas... Enfim, eu gostava de uma brincadeira chamada “vamos comparar os peitos”. Sabe aquela brincadeira em que um menino compara o pintinho dele ao de outro? Então, eu gostava de comparar os meus peitos aos de minhas amigas. Como os meus peitos já eram grandes aos 12, 13 anos, eu ganhava de quase todas as minhas amigas!
- Interessante... – disse Pat, já meio assustada.
Carolina começou a desabotoar a blusa:
- Eu fazia assim: abria a blusa, depois levantava o sutiã... Olha os meus peitos. E sabe quantos anos eu tenho? 39! Você achou meus peitos bonitos?
- Muito... – disse Pat, admirada com os fartos seios de Carol.
- Eu quero que você seja minha amiga, Pat. Nem que seja por uma noite. E não vou desistir enquanto você não aceitar minha amizade. Posso ver seus peitos? – perguntou Carol, acariciando-lhe as louras madeixas.
Meio que timidamente (e sem alternativa), Pat atendeu ao pedido de sua mais nova amiga. Tirou a blusa, levantou o sutiã cor-de-rosa cheio de bordados e mostrou os seios, branquinhos, com os bicos róseos, que deixaram Carol encantada, fazendo-a acariciar as mamas da adolescente.
Enquanto suas mãos estavam nos seios da menina, Carol beijou a boca de Pat, dando vazão a sua paixão. Patrícia resistiu um pouco no início – mas, poucos segundos depois, fechou os olhos e se deixou levar, enquanto sentia a gelada aliança de Carol roçando-lhe o seio direito. Logo depois, Carol beijou-lhe o queixo, o pescoço, o colo... Até que finalmente levou a boca aos seios da jovem. Cerca de cinco minutos em cada seio, recordando a infância insone e sedenta de leite materno, enquanto abaixava a calcinha da sua mais nova amiga. Beijou barriga, umbigo, virilha... Levou a boca aos pêlos pubianos tão louros quanto os cabelos de Pat, e aos lábios vaginais que faziam a vulva da jovem parecer-se com uma rosa. Daí em diante, uma noite inesquecível se desenhava dentro daquele carro, num local ermo no meio da noite. Era bem perigoso ficar ali, mas o perigo excitava. Ato consumado, as duas ainda nuas dentro do carro, Patrícia ligou para casa, pelo seu celular cor-de-rosa, avisando à mãe que estava voltando para casa. Depois que Pat desligou, ela e Carol ficaram uns cinco minutos se acariciando, cada uma sentada em seu banco. Carol disse achar uma pena que tinha sido tão rápido, pois se dependesse dela curtiria aquele momento a noite inteira. Elas se vestiram e Carol ligou o carro.
Dez minutos depois, Carolina deixou Patrícia na porta de casa. Elas se despediram, e a mãe de Roberto foi para o seu lar. Antes daquela noite, Patrícia nunca beijara alguém, quanto mais ter feito sexo. Perdeu a virgindade de uma maneira tão inimaginável quanto inesquecível. Antes daquela noite, Carolina nunca fizera sexo com alguém tão mais jovem que ela. Patrícia Gruenwald era menor de idade, e Carolina Palmares poderia ser presa por corrupção de menor. Mas Carol, 39 anos, e Pat, 15 anos, desde aquele dia, quando sozinhas uma com a outra, eram amigas. Tinham segredos que não revelariam a mais ninguém.

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